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21 Após um acidente vascular encefálico na região fronto-insular esquerda, um paciente de 62 anos passou a apresentar fala não fluente, com articulação laboriosa, frases curtas e agramatismo. A compreensão auditiva está relativamente preservada, mas há grande dificuldade para repetição de palavras e construção de enunciados espontâneos. A leitura em voz alta é limitada e a escrita apresenta omissões e simplificações gramaticais. Diante desse quadro, o possível diagnóstico e a intervenção fonoaudiológica são afasia:
A de Wernicke; estímulos de compreensão auditiva e leitura contextualizada, com foco na funcionalidade comunicativa em ambiente social
de Broca; treino articulatório e construção gradual de frases, com suporte visual e fonêmico, para ampliar a produção verbal espontânea
Transcortical Sensorial; atividades de repetição e imitação de modelos verbais longos, visando à reestruturação da prosódia e da fluência discursiva
Transcortical Motora; estratégias de reconhecimento lexical e de soletração, com foco na associação entre grafema e fonema, para compensar o déficit expressivo