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Leia, atentamente, o texto a seguir, de Taguchi (2015, p.40).
A nova revolução verde
Onze anos atrás, o agrônomo americano Norman Bourlag, Prêmio Nobel da Paz (1970) e criador do Prêmio Global da Alimentação (1986), declarou: “Após o avanço da soja pelo cerrado, o embrião da próxima revolução do Brasil rural começa a se desenvolver. É a integração sustentável entre a agricultura e a pecuária.” Bourlag se referia a um processo pouco viável de ser praticado em seu país, mas necessário em regiões de clima tropical. O agrônomo (...) afirmou que os sistemas de integração não são, para os países tropicais, uma opção, mas uma regra básica de sustentabilidade. A integração visa à redução de custos de produção, agregação de valores, uso intensivo da área com aumento de produtividade e a melhoria da qualidade de vida do produtor rural. Mas o que Bourlag não imaginaria é que, junto com os produtores rurais, os cientistas ainda adicionariam nessa conta as florestas. Ainda não existem dados oficiais no Brasil sobre a área implantada com sistemas de integração, mas, a cada ano, mais propriedades aderem à pratica em busca de sustentabilidade.
De acordo com o texto e com os conceitos de sustentabilidade e desenvolvimento sustentável, é correto afirmar que a
integração visa uma atuação ampla entre agricultura, pecuária e ainda as áreas de floresta, promovendo a prática da sustentabilidade.
integração sustentável é uma medida necessária, viável somente para a recuperação de áreas com pastagens e solos degradados.
integração sustentável só pode ser usada em regiões de clima tropical devido à ação intensiva do clima sobre o solo, o que não acontece em outras regiões climáticas.
visão dos sistemas de integração presente no texto acima está indo na contramão dos ideais de sustentabilidade, visando rentabilidade em detrimento da preservação do meio ambiente.