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Sobre o processo de industrialização brasileira, é INCORRETO afirmar:
O Sudeste brasileiro, na época da implantação dos grandes empreendimentos estrangeiros no Brasil, apresentava economias externas muito desenvolvidas, frutos das atividades empresariais nacionais ou mesmo das estrangeiras. Isso fazia dessa região uma garantia de sucesso de novos empreendimentos.
O Sudeste conseguiu com o café promover toda modernização que lhe garantiu posteriormente a grande industrialização, enquanto o Nordeste no início do século XX continuou predominando em uma posição bem próxima da colonial.
As formas desiguais de desenvolvimento das regiões brasileiras a partir dos anos de 1950 acabaram gerando profundas sequelas até os dias de hoje. Populações foram obrigadas a abandonar seus lugares de origem na busca de possibilidade de sobrevivência ou de melhores chances profissionais.
Durante os quinze anos de marcaram a política nacionalista de Getúlio Vargas (1930-1945), o país viveu um momento de em que o aparelho político do Estado ampliou suas bases para estimular a industrialização, criando várias empresas estatais e órgão públicos como a Petrobras e a Companhia do Vale do Rio Doce.
Entre 1933 e 1939, a produção nacional da indústria cresceu na base de 7,2% ao ano. Quando comparamos esse dado com o do período do “milagre brasileiro”, no final dos anos de 1960 e início dos anos de 1970, em torno de 11%, pode-se avaliar a importância daquela fase da década de 1930 para a economia nacional.