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Um novo relatório lançado pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) no dia 3 de novembro de 2017, em Genebra, alerta que a discriminação, a exclusão social e a perseguição fazem parte da realidade de muitas das minorias apátridas pelo mundo e pede uma ação imediata para assegurar a igualdade do direito à nacionalidade de todas as pessoas. Mais de 75% das populações conhecidas de apátridas pertencem a grupos minoritários, diz o relatório.
Internet: <https://nacoesunidas.org> (com adaptações).
Acerca do assunto abordado no texto, assinale a alternativa correta.
A ocorrência de apatridia limita‐se a situações causadas pela discriminação com base na etnia, na religião ou no gênero.
O Brasil integra um seleto grupo de países que sempre reconheceu, desde a criação da ONU, em 1948, a condição de apátrida a pessoas que vivem no território nacional.
Segundo a ONU, cerca de dez milhões de pessoas são apátridas, vivendo um limbo jurídico, situação que, não raro, subsiste do nascimento ao túmulo.
Em decorrência da inexistência do Estado palestino, cidadãos de origem palestina que morem em outros países, na Cisjordânia ou em Gaza são considerados, pela ONU, como apátridas.
Mianmar, antiga Birmânia, país de maioria budista, nega cidadania a quase um milhão de integrantes da etnia muçulmana yazidi, que constituem a mais expressiva minoria apátrida do mundo.