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Proposta nas primeiras décadas do século XX, a teoria da Transição Demográfica foi formulada à luz da relação entre o crescimento populacional e o desenvolvimento socioeconômico. Segundo essa teoria, o desenvolvimento econômico e o processo de modernização das sociedades estariam na origem das mudanças nas taxas de natalidade e de mortalidade, com consequentes mudanças nos ritmos de crescimento populacional.
Com base em seus conhecimentos sobre o tema, são características do processo de transição demográfica no Brasil, EXCETO:
A partir da década de 1960, registrou-se queda na taxa de natalidade, reduzindo as diferenças entre mortalidade e natalidade, diminuindo consequentemente a taxa de crescimento.
Segundo especialistas, na década de 1970, o Brasil experimenta uma verdadeira revolução demográfica. Os indicadores de natalidade, fecundidade e mortalidade em 1980 revelaram redução drástica.
Em 1980, a pirâmide brasileira já demonstrava claramente o alargamento da base, determinado pela queda de taxa de natalidade e de fecundidade que se iniciou a partir da segunda metade da década de 1960.
Com as sucessivas quedas da taxa de natalidade, fez com que a base da pirâmide etária brasileira se estreitasse e a estrutura piramidal se aproximasse de um perfil retangular, com o aumento relativo da população em idade ativa (15 a 59 anos) e idosos (60 e mais anos), em 2010.