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O texto a seguir apresenta um depoimento de Aecim Tocantins, político que foi vereador e prefeito de Cuiabá.
O que eu acho que houve [...], se foi um ato arbitrário? Não digo que foi um ato arbitrário, mas foi um ato violento, um ato muito assim [...] abrupto. Porque, lamentavelmente, é verdade, não estava preparado – o governo federal não tinha preparado aqueles planos que se falava na Lei Complementar n.º 31: o Programa de Desenvolvimento para 10 anos... nada preparado.
(NEVES, Maria Manuela Renha de Novis. Relatos políticos: entrevistas: memória divisionista – MT. Rio de Janeiro: Mariela Editora, 2001.)
Na avaliação de Aecim Tocantins sobre a divisão do Estado de Mato Grosso, esse processo foi marcado
pelo minucioso planejamento administrativo.
pela inesxistência de políticas federais para viabilizar a divisão.
pelo atendimento das reivindicações das elites locais.
pelas vantagens econômicas para os fazendeiros.