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A introdução da soja, a velocidade de ocupação de novas áreas e a incorporação de baixa diversidade de sistemas de produção, suscitam a hipótese de que a expansão da soja neste estado, favorecida pela dinâmica do clima regional, possa repercutir em impactos ambientais e sociais negativos. Essa preocupação surge em defesa dos alvos que podem sofrer vários impactos com a continuidade e evolução desse processo: as sociedades indígenas que se veem cada vez mais sitiadas, e o ecossistema regional constantemente ameaçado em sua extensão, integridade e biodiversidade. De acordo com o autor do texto a relação entre a produção de soja e questão climática é de
causalidade direta, já que a crise ambiental que devastou o pantanal na última década foi provocada pela poluição causada pelo plantio de soja.
reforço no impacto socioambiental, pois aspectos locais e globais se somam e tem repercussão não apenas climática, mas, social, política e cultural na região.
oposição e recuperação, resultado do esforço do Estado em revigorar o clima pantaneiro pela produção de soja em substituição ao gado e aos pastos.
compensação, pois a ocupação de áreas desertificadas, devido ao aquecimento global, por uma cultura de soja orgânica busca recuperar a economia e a cobertura vegetal da região.
inconciliabilidade em caso de crise climática, já que a alteração do clima da região pode levar ao fracasso da produção de soja que precisa das planícies alagadas para se estabelecer.