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Segundo Santos e Pales (2014; p. 165), “os indicadores sociais e econômicos mais expressivos do estado na última década se encontram nas macrorregiões Central e Triângulo. Em contrapartida, nas macrorregiões Norte e Jequitinhonha/Mucuri estão os indicadores menos expressivos”. Essa diferença acontece porque:
As condições socioeconômicas vigentes nas macrorregiões do estado são reflexo do processo de desenvolvimento ocorrido nelas, já que diversos fatores podem influenciá-lo.
As soluções aplicadas pelo estado para resolver os problemas de desigualdade estão baseadas em investir economicamente nas macrorregiões mais pobres.
Os eixos de discussão dos indicadores são mais econômicos do que sociais e, por isso, as macrorregiões Central e Triângulo são mais socialmente desenvolvidas.
Para se compreender a heterogeneidade das macrorregiões de Minas Gerais é fundamental o uso do método comparativo, pois permite explicar alguns dos motivos das desigualdades regionais.