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Um dos marcadores de desigualdade é medido pela Educação nos Estados. Nesse sentido, em relação às dez macrorregiões de Minas Gerais, destaca-se que a macrorregião com o maior percentual de analfabetos, em 2011, era a dos Vales do Jequitinhonha/Mucuri, com 19,5% de sua população sem saber ler e escrever. O Norte de Minas não fica atrás, com 15% de analfabetos na população. Já o percentual de analfabetos nas macrorregiões Triângulo e Central é bem menor, girando em torno de 8% — abaixo da média do estado, que é de 10,6% de analfabetos.
Em relação a esse processo, é CORRETO afirmar:
Podemos concordar que a persistência do analfabetismo é uma marca da herança intergeracional entre as pessoas mais pobres no país, assim como o é em Minas Gerais.
Quando a população que não sabe ler e escrever é tão baixa, o número de analfabetos não interfere no momento de retomada de crescimento econômico.
Apenas 10,6% da população de Minas Gerais acima de dez anos de idade, no ano de 2011, não saberem ler e escrever evidencia um melhor acesso à distribuição de renda via mercado de trabalho.
Na verdade, as diferenças regionais no que diz respeito à alfabetização são preocupantes, mas não chega a ser uma preocupação no Estado, já que somente 8% na região mais rica não sabe ler e escrever.