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Um estudo do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), da agência de saúde sexual e reprodutiva da Organização da Nações Unidas (ONU), mostra que a taxa de fecundidade vem caindo progressivamente no Brasil. Ou seja, as mães brasileiras estão tendo cada vez menos filhos, em média. Nas últimas décadas, o índice já despencou de uma média de 6,16 filhos por mulher no Brasil, em 1940, para 1,76 filho por cada mãe do país, no dado mais recente, de 2020.
Fonte: Onu, 2021 (adaptado).
Para muitos economistas e demógrafos, a retração da taxa de fecundidade constitui um problema que deverá ser enfrentado mais adiante caso nada seja feito no presente. Nesse sentido, é considerada uma consequência do processo:
A retração dos problemas relacionados à xenofobia, já que a entrada de migrantes será necessária para repor a mão de obra.
O crescimento da demanda por gastos relacionados à saúde em função do envelhecimento populacional.
A diminuição da expectativa de vida em função da necessidade de aposentadoria tardia.
O aumento do desemprego estrutural, provocado pela redução dos postos de trabalho.