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Nos anos 1960, "[...] o debate sobre a sustentabilidade...

Nos anos 1960, "[...] o debate sobre a sustentabilidade ambiental trouxe novamente o argumento neomalthusiano para as reflexões populacionais. [...] se, por um lado, a tecnologia proporcionou aumento da produtividade agrícola e a consequente diminuição da fome no mundo, por outro, ela ampliou o consumo de recursos como água, energia e minérios. Portanto, o problema apontado por Malthus permanecia, pois o crescimento da população levaria ao esgotamento generalizado dos recursos e uma das principais estratégias para evitar o colapso ambiental seria promover o controle de natalidade".


CRUZ, M. M. N. Geografia: ensino médio, 2ª série. São José dos Campos (SP): Editora Poliedro, 2020 (Coleção Lumen, Livro 1B), p. 35-46.


Com base no texto e nos conhecimentos de geografia da população, assinale a alternativa correta.


A

Nos dias atuais, o potencial da modernização agrícola para ampliar a produtividade e atender ao aumento da demanda por alimentos já está esgotado, o que levou à renovação dos argumentos neomalthusianos em favor de políticas eficazes de controle do crescimento demográfico.


B

Os autores marxistas argumentavam que a solução do problema ambiental estava na implantação do socialismo porque esse sistema integra o controle da população ao modelo de planejamento econômico centralizado.


C

Os países desenvolvidos já passaram por uma fase de alto crescimento demográfico enquanto estavam se desenvolvendo, de modo que as altas taxas de natalidade são consequência, e não causa, do subdesenvolvimento.


D

O debate atual sobre o problema é mais complexo porque, nos países em que a maioria da população é muçulmana, as taxas de crescimento demográfico permaneceram altas em virtude da não integração das mulheres ao mercado de trabalho.


E

Nos países subdesenvolvidos, a alta desigualdade de renda faz com que o crescimento econômico não traga benefícios para a população mais pobre, de modo que a redução das taxas de natalidade nesses países é consequência da má qualidade de vida nas periferias urbanas.