

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Discutindo a nova des-ordem mundial, Haesbaert e Porto- Gonçalves (2006) comentam que: “Afinal, vivemos em um mundo em que os maiores perigos já não mais advêm da peste ou da fome, mas, sim, das próprias intervenções feitas por meio do sistema técnico-científico. O efeito estufa, a ampliação da camada de ozônio, a erosão genética e dos solos, gripe asiática e a doença da vaca louca, entre outros riscos que se nos apresentam, não são obras da natureza e, sim, efeitos de nossa ação por meio de poderosos meios técnicos e científicos.”
Diante dos fatos apresentados, os autores destacam que
há fortes evidências de que estamos vivendo em uma sociedade de risco.
é importante reivindicar que toda a humanidade usufrua dos bens de consumo disponíveis.
é uma questão central a defesa de meios informacionais que reduzam a desordem ambiental.
ocupa posição perversa a mundialização das técnicas por todas as partes do mundo.
sustentam a priorização do crescimento econômico frente à pobreza global.