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Os índices de crescimento populacional são fonte de preocupações por parte de demógrafos, geógrafos, sociólogos, entre outros profissionais. Por isso, existem diversos estudos sobre o crescimento, a diminuição e a estabilização dos quantitativos populacionais em todo o mundo. Visando explicar de forma sistemática essas dinâmicas, foram formuladas as teorias demográficas. Entre elas, a Teoria Reformista:
Preconizava que o número de pessoas aumentava conforme uma progressão geométrica, enquanto a produção de alimentos e bens de consumo crescia conforme uma progressão aritmética, portanto, mais lenta.
Garantia que, com o tempo, as populações que crescem em um período tendem a estabilizar-se posteriormente, à medida que as sociedades se modernizam.
Afirmava não ser o excesso populacional o responsável pelas condições de miséria e pobreza no espaço geográfico, mas as desigualdades sociais, como a concentração de renda no contexto da produção capitalista.
Defendia que para conter o avanço populacional mundial era imprescindível estabelecer um controle do crescimento da população, por meio do uso de métodos contraceptivos.