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OPERAÇÃO RESGATOU EM JULHO 337 TRABALHADORES EM SITUAÇÃO ANÁLOGA À ESCRAVIDÃO, INFORMA PGR
Operação reuniu Ministério Público, PF, PRF, governo e Defensoria e resgatou trabalhadores em 22 estados e no DF. Para subprocurador, trabalho escravo 'não é ficção' e deve ser banido.
Por Rosanne D'Agostino, g1 - Brasília
28/07/2022
Além do resgate de trabalhadores, a operação busca:
- verificar o cumprimento das regras de proteção ao trabalho;
- permitir a coleta de provas para responsabilizar, na esfera criminal, os responsáveis pela exploração dos trabalhadores;
- assegurar a reparação dos danos individuais e coletivos causados aos resgatados.
Segundo o balanço, Goiás e Minas Gerais foram os estados com mais pessoas resgatadas.
Conforme o balanço divulgado nesta quinta-feira, os trabalhadores foram resgatados principalmente em serviços de:
- colheita em geral;
- cultivo de café;
- criação de bovinos para corte.
O balanço também apresenta outros dados, entre os quais:
- foi flagrado trabalho escravo em uma clínica de reabilitação de dependentes químicos;
- seis trabalhadoras domésticas foram resgatadas em cinco estados;
- cinco crianças e adolescentes foram flagrados em situação análoga à escravidão;
- quatro cidadãos estrangeiros (Paraguai e Venezuela) foram encontrados em situação análoga à escravidão;
- ao menos 149 pessoas também foram vítimas de tráfico de pessoas.
Disponível em: https://g1.globo.com/politica/noticia/2022/07/28/operacao-conjuntaresgatou-337-trabalhadores-em-situacao-analoga-a-escravidao-em-julho-informa -pgr.ghtml (Fragmento)
Com a análise da reportagem sobre esta operação é possível inferir que o trabalho análogo a escravidão no Brasil:
Após análise, marque a alternativa CORRETA.
Está restrito as regiões centro-oeste e sudeste, locais onde concentram as operações federais.
Isenta os imigrantes residentes no país, pois, encontram-se protegidos pelos acordos multilaterais.
É previsto no Código Penal, com punições aos responsáveis pela exploração dos trabalhadores.
Ocorre exclusivamente na zona rural, uma vez que nas áreas urbanas há uma fiscalização mais eficaz.