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Leia o trecho da canção de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira:
Quando olhei a terra ardendo
Qual fogueira de São João
Eu perguntei a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação?
Que braseiro, que fornalha
Nem um pé de plantação
Por falta d'água, perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão
Por falta d'água, perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão (...)
Hoje longe, muitas léguas
Numa triste solidão
Espero a chuva cair de novo
Pra mim voltar pro meu sertão
Espero a chuva cair de novo
Pra mim voltar pro meu sertão
No contexto do desenvolvimento econômico nacional na época em que os versos desta canção foram criados, o personagem realizou o seguinte tipo de migração interna:
êxodo rural, em função do desemprego e da concentração fundiária.
nomadismo, em busca por terras úmidas para caça e cultivo.
retorno, em virtude da formação de deseconomias de aglomeração.
transumância, como consequência de desastres naturais.
centro-periferia-centro, para áreas de trabalho e regresso aos locais de moradia.