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Uma turma do 9º ano estuda o relevo brasileiro, observando contradições entre a classificação do IBGE (baseada em aspectos geomorfológicos) e a percepção local de “montanhas”. Muitos acreditam que existem “cordilheiras” no país, confundindo as serras com as grandes cadeias montanhosas. Como o professor pode mediar a discussão, considerando fatores endógenos e exógenos?
Reduzindo o debate a listagens de altitudes, sem contextualizar processos formadores.
Negando a possibilidade de serras expressivas no Brasil, pois todo o território é plano e uniforme.
Não estabelecendo comparações internacionais, focando unicamente na nomenclatura local.
Abordando a evolução geológica e as dinâmicas de erosão e soerguimento, explicando por que as serras brasileiras não atingem altitudes extremas, mas resultam de longos processos de desgaste das estruturas antigas.