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A geografia econômica crítica propõe a análise das lógicas espaciais da acumulação capitalista, problematizando os discursos hegemônicos de desenvolvimento e integração global. Autores como David Harvey, Doreen Massey e Milton Santos apontam para o aprofundamento das desigualdades territoriais no contexto da globalização neoliberal. Com base nessa abordagem, assinale a alternativa que expressa com maior precisão os efeitos espaciais do atual regime global de produção e circulação.
A reestruturação produtiva global favorece a equalização dos indicadores de desenvolvimento nos territórios periféricos.
A financeirização da economia desconecta os fluxos de capital dos lugares concretos, produzindo espaços-fantasmas de valorização fictícia.
A centralidade das metrópoles globais é resultado da gestão local dos recursos naturais e da regulação descentralizada dos mercados.
A mobilidade do capital global gera a interiorização das indústrias de base, garantindo autonomia econômica regional.
A nova divisão internacional do trabalho reforça o papel distributivo dos Estados nacionais e sua soberania sobre os fluxos econômicos.