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Em uma pesquisa sobre expansão agrícola e impactos ambientais, uma equipe de alunos utilizou mapas em escalas distintas: um de 1:50.000 para analisar ocupação do solo em um município e outro de 1:5.000.000 para compreender fluxos comerciais em nível nacional.
Essa prática revela a importância de:
priorizar apenas escalas grandes, pois são mais detalhadas e científicas.
considerar diferentes escalas de análise para compreender fenômenos que se expressam de forma articulada em níveis locais, regionais e nacionais.
padronizar uma única escala em todas as análises, garantindo uniformidade metodológica.
usar exclusivamente mapas temáticos qualitativos, sem necessidade de análises quantitativas.
restringir o estudo cartográfico à representação geométrica, sem vínculo com processos sociais.