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O mundo das águas na Amazônia é o resultado direto da excepcional pluviosidade que atinge a gigantesca depressão topográfica regional. O grande rio, ele próprio, nasce em plena cordilheira dos Andes, através de três braços, onde existem precipitações nivais e degelo de primavera, a mais de quatro mil metros de altitude. Fora este setor andino restrito e localizado, o corpo principal da bacia hidrográfica depende de um regime hidrológico totalmente pluvial.
(AB’SABER, Aziz. Os Domínios de Natureza no Brasil: Potencialidades Paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003. Adaptado)
A Amazônia é um exemplo notório de como clima, relevo e hidrografia estão integrados. O imenso “mundo das águas” da Amazônia, de acordo com o excerto, resulta da combinação entre
a planície regional rebaixada e a ampla pluviosidade.
o relevo serrilhado regional e a grande precipitação nival.
a sazonalidade das chuvas equatoriais e a infiltração das águas subterrâneas.
o degelo andino nas cabeceiras do rio e o regime hidrológico fluvial.
a altitude elevada da planície amazônica e a constância dos ventos equatoriais.