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Nas primeiras décadas do século XXI, a globalização intensificou fluxos econômicos e tecnológicos, mas também evidenciou as profundas desigualdades sociais existentes entre países e dentro deles.
Enquanto pequenas parcelas da população mundial concentram a maior parte da riqueza, bilhões de pessoas vivem em condições precárias de trabalho, habitação e acesso a direitos básicos.
No Brasil, a concentração fundiária, o desemprego estrutural e a informalidade persistem como expressões históricas da exploração social.
Considerando essas questões e os fundamentos sociológicos e geográficos das desigualdades, assinale a alternativa CORRETA.
A redução da pobreza observada em alguns países latino-americanos durante o início do século XXI indica o fim das desigualdades estruturais, já que os índices de renda e de acesso à educação tornaram-se plenamente equivalentes entre as classes sociais.
A desigualdade social resulta exclusivamente de fatores individuais, como esforço pessoal e qualificação profissional, não guardando relação com estruturas históricas e econômicas mais amplas.
A exploração humana contemporânea manifesta-se em novas formas, como o trabalho precarizado e a informalidade, revelando a permanência de relações desiguais mesmo em economias tecnologicamente avançadas.
A expansão das tecnologias digitais e da automação industrial tem promovido a inclusão social de forma homogênea, diminuindo o desemprego e ampliando o acesso igualitário à renda.