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Durante uma aula sobre geopolítica contemporânea, um professor solicita aos alunos que analisem por que muitos estudiosos consideram que o início do século XXI representa uma transição para uma nova configuração da ordem mundial. Para apoiar o debate, ele apresenta trechos de artigos que destacam a ascensão da China, os desafios à hegemonia dos EUA, conflitos regionais intensos e crises globais recorrentes (como pandemia, clima e energia), todos citados entre os elementos que pressionam a reconfiguração do sistema internacional.
Nesse cenário, a fase atual da geopolítica pode ser compreendida como:
Uma reafirmação da hegemonia estadunidense, reforçada pelo fracasso da globalização e pela ausência de potências capazes de desafiar sua influência econômica e militar.
Um retorno ao modelo bipolar clássico da Guerra Fria, reeditado pela rivalidade direta entre Rússia e EUA após o colapso da União Soviética.
Uma transição para um sistema multipolar, no qual diferentes países e blocos regionais compartilham capacidade de influência global, reduzindo o predomínio de qualquer superpotência isolada.
A consolidação definitiva do poder chinês como hegemonia única, substituindo por completo a influência norte-americana nas esferas econômica, cultural e militar.