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“O uso de proporções que reduzem a realidade está presente no nosso dia a dia. O caso mais comum, usual e difundido é o da televisão, que alcança grande parte dos lares brasileiros” (Buitoni, 2010). Considerando a perspectiva apresentada no comentário sobre a escala enquanto fundamento da linguagem cartográfica e seu processo de ensino-aprendizagem, assinale a alternativa que descreve corretamente a progressão ideal para que um estudante domine o uso da carta geográfica.
A compreensão da escala deve iniciar-se pelo rigor da equação matemática de proporções, pois a precisão técnica do “terreno” é a única base sólida para evitar as manipulações de imagem presentes no cotidiano, como na televisão.
O aprendizado da escala cartográfica é um processo técnico isolado que, independe do entendimento de outros elementos como legendas ou sistemas de coordenadas para a leitura de mapas.
A consolidação do conceito de escala deve ocorrer primeiramente através da percepção de proporção em objetos e espaços vividos (como o próprio corpo ou a sala de aula), sendo a introdução de cálculos matemáticos e de sistemas de localização etapas posteriores dessa construção.
A inutilização de exemplos do cotidiano, como fotografias e imagens de computador, é desencorajada, pois essas reduções escolares são frequentemente “enfeitadas” e podem induzir ao erro na execução de mapas e croquis.