

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
A reestruturação produtiva contemporânea engendrou formas de industrialização caracterizadas pela baixa materialidade física dos produtos, nas quais o valor econômico concentra-se em conhecimento, informação, código, design e propriedade intelectual. Sobre essas novas formas de industrialização, é correto afirmar que:
A desmaterialização produtiva elimina a dependência de infraestruturas territoriais concretas, permitindo localização completamente livre no espaço geográfico, sem vínculos com redes de energia, conectividade ou disponibilidade de mão de obra qualificada.
As atividades de desenvolvimento de software, biotecnologia e economia criativa digital constituem setor de serviços avançados, não podendo ser consideradas industriais por não envolverem transformação material de matérias-primas ou processos fabris convencionais.
A industrialização de baixa materialidade física apresenta dependência territorial oculta, requerendo infraestruturas como data centers, parques tecnológicos, redes de fibra óptica e energia, além de favorecer concentração espacial em regiões com universidades e ambientes regulatórios favoráveis.
A ausência de chaminés e estruturas fabris tradicionais democratiza territorialmente essas atividades, promovendo desconcentração espacial e redução de desigualdades regionais ao possibilitar instalação em qualquer localidade com conexão básica à internet.
O valor econômico gerado por propriedade intelectual, algoritmos e patentes representa forma pós-industrial de acumulação, superando a lógica industrial de produtividade, padronização e inserção em cadeias produtivas globais.