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As transformações urbanas recentes nas grandes cidades têm produzido novas configurações espaciais que desafiam os modelos clássicos de organização metropolitana. Processos de crescimento acelerado, privatização do espaço, desregulamentação do uso do solo e novas estratégias de distinção social reconfiguram a morfologia urbana, gerando padrões específicos de ocupação territorial e convivência social nas metrópoles. A respeito dessas dinâmicas territoriais urbanas contemporâneas, assinale a alternativa correta.
A metropolização contemporânea promove integração socioespacial através da expansão do transporte público e políticas habitacionais, reduzindo distâncias sociais entre diferentes grupos ao conectar periferias aos centros através de infraestruturas compartilhadas.
A mobilidade urbana nas metrópoles opera como fator de integração territorial ao permitir deslocamentos cotidianos que conectam diferentes áreas da cidade, promovendo encontros interclasse e reduzindo os efeitos da distância residencial.
O planejamento urbano contemporâneo superou a segregação residencial ao implementar zoneamento inclusivo que distribui uniformemente equipamentos públicos e habitação social nas diferentes áreas metropolitanas, garantindo coesão territorial.
A fragmentação socioespacial caracteriza-se pela produção de territórios urbanos descontínuos, materializados em enclaves fortificados, condomínios fechados, shopping centers e espaços monofuncionais que intensificam barreiras físicas e simbólicas entre grupos sociais.
A verticalização residencial das metrópoles produz adensamento demográfico que favorece convivência entre diferentes estratos sociais no mesmo território, reduzindo distâncias simbólicas através da proximidade física entre edificações.