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A análise de dados geográficos exige a capacidade de integrar diferentes linguagens de representação, tais como tabelas, gráficos estatísticos e cartas temáticas. Enquanto as tabelas organizam dados alfanuméricos em linhas e colunas para consulta pontual, os gráficos (como os de colunas, setores ou linhas) permitem visualizar tendências, ritmos de crescimento e distribuições proporcionais de fenômenos no tempo e no espaço. A correta leitura dessas representações impede interpretações equivocadas sobre dinâmicas demográficas, econômicas e ambientais, fundamentando tomadas de decisão e o planejamento territorial em diversas escalas de análise. Com base no texto de apoio e nos princípios de leitura e interpretação de representações gráficas e cartográficas, assinale a alternativa CORRETA:
As isolinhas de precipitação pluviométrica, conhecidas como isóbatas, conectam pontos de igual altitude na superfície terrestre, demonstrando que a variação das chuvas em áreas montanhosas é inversamente proporcional à pressão atmosférica e à umidade relativa do ar registrada nas estações.
As tabelas de dupla entrada utilizam exclusivamente dados qualitativos abstratos sem cruzamento de variáveis, sendo vedada a inclusão de valores numéricos absolutos ou percentuais para evitar a sobreposição de informações estatísticas em mapeamentos de uso do solo e cobertura vegetal.
Os mapas de anamorfose geográfica mantêm a fidelidade das formas do relevo e os limites territoriais originais dos países, alterando apenas as cores das legendas para representar proporcionalmente o volume dos dados estatísticos analisados, como o tamanho da população ou a produção do PIB.
Os gráficos de setores em pizza são os modelos mais adequados para demonstrar a evolução temporal de dados contínuos ao longo de várias décadas, pois a divisão em fatias angulares facilita a identificação imediata das taxas de variação anual e dos pontos de inflexão da série histórica.
As pirâmides etárias representam a estrutura demográfica de uma população por meio de um gráfico de barras horizontais, no qual a base demonstra a proporção de jovens e o topo indica a população idosa, permitindo inferir as taxas de natalidade e a expectativa de vida da região analisada.