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Entre 2016 e 2025, o número de domicílios alugados no Brasil cresceu 54,1%. Entre 2012 e 2025, a participação das unidades domésticas unipessoais no total de unidades domésticas passou de 12,2% para 19,7%, enquanto a parcela das pessoas de 60 anos ou mais na população total aumentou de 11,3% para 16,6%. Para subsidiar o planejamento urbano e habitacional, esses dados recomendam:
Aplicar as tendências nacionais aos planos municipais e realizar adaptações apenas depois de verificados os resultados da implementação.
Priorizar subsídios ao aluguel em escala nacional e tornar secundárias as políticas de aquisição, regularização e melhoria da moradia própria.
Redirecionar recursos para serviços destinados às pessoas idosas na mesma proporção do crescimento desse grupo, reduzindo paralelamente os demais atendimentos.
Diversificar políticas de moradia e serviços urbanos, considerando custo do aluguel, tamanho dos domicílios, acessibilidade, envelhecimento e diferenças territoriais.
Converter o crescimento dos domicílios com um morador em demanda uniforme por unidades pequenas, independentemente da idade, renda e localização.