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"A rede urbana não é um sistema estático, mas uma estrutura...

"A rede urbana não é um sistema estático, mas uma estrutura dinâmica de fluxos e interações, onde a hierarquia é definida pelo comando que certas cidades exercem sobre o espaço. No Brasil, essa rede reflete um processo de integração nacional que consolidou cidades como centros de gestão, não apenas de mercadorias, mas de decisões, informações e inovações que moldam a vida social em todo o país." Fonte: CORRÊA, Roberto Lobato. A rede urbana. São Paulo: Ática, 1989. Adptado. Na perspectiva conceitual acima, problematizada pelo pesquisador Roberto Lobato Corrêa, preconiza-se que:


A

as metrópoles se tornaram "pontos críticos" na modernização do território brasileiro, servindo como novos centros de consumo e serviços que descentralizaram, em parte, a influência antes exclusiva das grandes cidades sulistas


B

as cidades médias se tornaram o centro de gestão na rede urbana brasileira, já que a estrutura de poder das metrópoles na gestão de fluxos de capital e tecnologia se tornou escassa sobre o restante do território


C

a evolução histórica da rede urbana brasileira se desenvolveu como uma "rede de redes" ao longo da história a partir dos processos da economia do café, da industrialização e, por fim, da globalização


D

a hierarquia e a polarização definem a rede urbana brasileira, já que as cidades possuem a mesma função e, em uma espécie de "pirâmide", as cidades de nível superior dependem das de nível inferior