

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
São inquietantes os indicadores apresentados por estudo encomendado pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo, segundo o qual o deficit habitacional brasileiro cresceu mais de 16% nos últimos dez anos. A carência atual é de 7,28 milhões de moradias, informa o estudo. Em 1995, era de pouco mais de 6 milhões. Mais: em termos absolutos, a falta de lugar decente para morar tem uma dimensão maior nos três estados mais desenvolvidos do Brasil — São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Somados, os três respondem por quase 40% do deficit total do país.
A maior tarefa continua sendo levar recursos às classes de renda mais baixa. Até setembro, apenas 24% do orçamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) foi aplicado — e, desse total, menos da metade acabou destinada a aumentar o número de moradias. Os efeitos, claro, são devastadores para milhares de cidadãos de bem, conduzidos a favelas, barracas, tendas, entre outros domicílios promotores da anticidadania.
-
Anticidadania. In: Jornal do Brasil (editorial), 16/10/2005, p. A14 (com adaptações).
-
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema nele examinado, além de aspectos relevantes do cenário social e econômico do Brasil contemporâneo, julgue os itens seguintes.
Razão de ser do texto, o deficit habitacional brasileiro restringe-se aos três estados mais ricos do país.
Certo
Errado