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O relatório do BID Melhores Gastos para Melhores Vidas mostra que a produtividade do investimento em infraestrutura pode aumentar mais de 40% na América Latina. Existem amplas oportunidades para melhorar todo o ciclo de geração de infraestrutura, desde seu planejamento, construção e supervisão. O desafio é duplo: escolher o melhor projeto e executá-lo bem.
Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/06/25/opinion/1561489519_429723.html
Considerando a formação socioespacial da América Latina e a conjuntura política regional das últimas décadas, é possível afirmar que:
Os investimentos em circulação têm aumentado na região, prova disso é a execução total de obras funcionais para o desenvolvimento regional como o completo asfaltamento das rodovias Transamazônica e Perimetral Norte.
Os países Sulamericanos têm fomentado a articulação física da infraestrutura regional, prova disso é a criação da Iniciativa para a Integração da Infraestrutura Regional Sulamericana (IIRSA), um fórum de diálogo que busca a promoção de políticas comuns e fundamentais aos seus integrantes, como transporte, infraestrutura, energia, comunicações, abordando tais questões sob uma perspectiva regional.
Os países Sulamericanos têm promovido uma significativa articulação em direção à integração da infraestrutura regional, prova disso é a criação dos EIDS Eixos Internacionais de Desenvolvimento da América do Sul, responsável pelos avanços em setores estratégicos como transporte e infraestrutura e tecnologia aeroespacial.
O Mercosul é o maior exemplo Sulamericano de esforço político em direção à integração regional, pois foi criado com o único e exclusivo objetivo de integrar a rede de infraestrutura de toda a América do Sul.
Nas últimas três décadas, pudemos observar importantes iniciativas de organização territorial baseadas em eixos formados por faixas de infraestrutura (em geral econômica: comunicação, energia e logística) que buscam orientar regionalizações para provisão de recursos públicos e privados. A criação do Pacto Andino (Tratado de Assunção) na década de 1990 e da Unasul na década passada são exemplos marcantes de blocos criados com o objetivo comum de integrar a infraestrutura regional.
No livro Por uma outra globalização, do pensamento único à consciência universal, o autor Milton Santos assinala que estamos vivendo uma pobreza estrutural globalizada, que é resultante EXCETO de:
Ausência deliberada do Estado de sua missão social de regulação, que contribui para uma
produção científica, globalizada e voluntária da pobreza.
Uma convergência de causas que se dão em níveis diversos, existindo como vasos comunicantes, considerada um fato natural.
Um sistema de emprego que se torna cada vez pior, ao mesmo tempo, em que o poder público se impõe na proteção social.
Uma naturalização da natureza, que seria produzida politicamente pelos atores globais, com a colaboração consciente dos governos.
Um mecanismo que traz consigo a produção das dívidas sociais e a disseminação da pobreza numa escala global.
Este ano, segundo relatório semestral da Organização Mundial do Comércio (OMC), países membros aplicaram 38 novas medidas restritivas ao comércio no período de outubro de 2017 a outubro de 2018, principalmente por meio de aumento de tarifas, proibições de importação, salvaguardas especiais, impostos de importação e direitos de exportação. (Estado de Minas, 23/07/2019).
Sobre a Organização Mundial do Comércio (OMC), é INCORRETO afirmar que:
Criada em 1995, a Organização Mundial do Comércio é a entidade responsável pela regulação do comércio mundial. Apesar das críticas, a organização atua como um fórum de negociações e acordos com o objetivo de reduzir os obstáculos e conflitos relacionados ao comércio internacional, a exemplo as medidas restritivas.
O Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio (GATT) foi incorporado à Organização Mundial do Comércio, criada ao final da Rodada Uruguai.
Brasil tem um forte histórico de participações na Organização Mundial do Comércio. E, desde 2013 o cargo de diretor-geral da OMC é ocupado por um embaixador brasileiro.
Nos processos de regulação e resolução de conflitos, a OMC tende para o lado dos países menos desenvolvidos, os quais mais dependem de um sistema de normas para defender seus interesses.
Segundo SCHNEEBERGER, blocos econômicos são associações de países que estabelecem relações econômicas privilegiadas entre si. Sobre o Mercosul, assinalar a alternativa INCORRETA:
O Mercosul nasceu no interior do cenário mundial de acirramento de concorrência global. De regionalização através dos megablocos, de desregulamentação e liberalização dos mercados nacionais.
O tratado de Assunção, assinado em 26 de março de 1991, marcou o início efetivo do Mercosul, com a denominação legal de Mercado Comum do Sul.
Em sua formação original, o Mercosul era composto por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. Com a remoção do presidente da Argentina, o país foi temporariamente suspenso do bloco. Esse fato tornou a adesão do Chile e Bolívia como membros plenos do bloco.
A consolidação do Mercosul prevê inicialmente a zona de livre comércio entre Argentina e Brasil e, finalmente, a implantação da tarifa externa comum e a união aduaneira.
No período da globalização, ocorrem bruscas mudanças de funções no território que significam, ao mesmo tempo, transformações regionais. Rompem-se os equilíbrios precedentes e muda o conteúdo dos lugares e do território como um todo. Daí a relevância de entender como se instalam na região os dados do período atual. Na realidade, estamos em face de novos problemas de método que indicam a necessidade de abandonar as abordagens mais preocupadas com os limites e adotar aquelas mais orientadas a entender os processos. Assinale a alternativa CORRETA sobre globalização e diferenças regionais.
Com a globalização, a divisão internacional do trabalho ganha novos dinamismos, sobretudo nos países subdesenvolvidos. A lógica das grandes empresas, internacionais ou nacionais, constitui um dado da produção da política interna e da política internacional de cada país.
Às economias de especialização espontaneamente criadas e que, por isso, são capazes de abrigar empresas de todos os tamanhos, sucede agora, e pela força da norma, a construção de áreas modernas e especializadas para a economia local.
A arquitetura político-administrativa dos países e as leis que regem seu funcionamento não deveriam ser consideradas na análise, já que podem agir como aceleradores ou freios à chegada das variáveis modernas ou à sua produção na região. Por exemplo, o poder público tem um papel ativo na construção de especializações territoriais produtivas, assim como na formulação de políticas setoriais de repercussão regional.
não consta
Nenhuma das alternativas.
A Iniciativa para Integração da Infraestrutura Sul-Americana (IIRSA), criada em 2000 na Conferência de Brasília, tem como objetivo integrar a infraestrutura de transportes, energia e comunicações entre os doze países signatários, a saber: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela. A respeito dessa Iniciativa no sistema sul-americano de integração regional, é correto afirmar que:
o Brasil é o país que mais está envolvido em projetos, mas o que tem a maior inversão de capitais é a Argentina.
trata-se de uma iniciativa desprovida de interesses externos à região e que não envolve agentes econômicos hegemônicos.
a maior parte dos projetos concentra-se no setor de implantação de infraestrutura de transportes, com ênfase ao subsetor rodoviário.
a maior parte dos projetos concentra-se no eixo do Amazonas, com ênfase ao subsetor energético através da hidroeletricidade.
tem no eixo Interoceânico Central uma forma de valorizar o subsetor marítimo, contornando a linha costeira do Atlântico ao Pacífico.
Sobre a imagem a seguir, podemos afirmar que ela retrata qual guerra?

Disponível em: http://historiaporimagem.blogspot.com
Guerra Fria.
Primeira Guerra Mundial.
Guerra Civil Russa.
Guerra do Contestado.
A América pode ser dividida em duas partes: Anglo-Saxônica e Latina. Essa divisão é baseada em:
Critérios de IDH, que mostram as diferenças entre duas Américas: a anglo-saxônica, subdesenvolvida e a latina, em processo de desenvolvimento.
Critérios linguísticos onde é perceptível a influência do colonizador em cada parte.
Critérios culturais, através do qual se percebe uma unidade cultural em toda a América.
Critérios socioeconômicos onde se percebe a influência dos elementos físicos determinando cada parte.
A formação do Mercosul trouxe para o Brasil as consequências apresentadas a seguir, exceto:
Atração de montadoras e outros investimentos multinacionais, movidos pelo interesse em se localizar próximo ao mercado de países membros, no Cone Sul.
Comprometimento dos resultados de medidas adotadas pelo governo, a partir das últimas décadas do século XX, para promover a desconcentração industrial no Centro-Sul.
Intensificação das trocas comerciais entre os países signatários do acordo e estabelecimento de relações de convivência pautadas na diplomacia internacional.
Redução, de forma decisiva, do fluxo continuado de bens de consumo duráveis que, oriundo de países andinos há várias décadas, atendia ao mercado nacional.
“O foco da nossa análise se concentra no movimento de expansão e nas transformações estratégicas do poder global dos Estados Unidos, depois da sua ‘crise’ dos anos 1970, e da sua vitória dos anos 1990, quando os Estados Unidos assumiram, explicitamente, o projeto de construção de um império global. Mas, logo no início do século XXI, este projeto começou a enfrentar dificuldades que reabriram as portas – dialeticamente – para o fortalecimento dos estados nacionais e do seu cálculo geopolítico tradicional, em todos os tabuleiros regionais do sistema mundial [...] Resumindo: neste início do século XXI, a crise expansiva do império americano está reacendendo a competição entre as nações, e, em todos os lados, o que se observa é uma diminuição da capacidade de intervenção unilateral dos Estados Unidos, com o aumento dos graus de incerteza e de liberdade de ação das velhas e novas potências, em cada um dos ‘tabuleiros regionais’ do sistema mundial”
Adaptado de: FIORI, José Luís. A nova geopolítica das nações e o lugar da Rússia, China, Índia, Brasil e África do Sul. In: OIKOS. Rio de Janeiro. nº 8, ano VI • 2007. Disponível em: www.revistaoikos.org.
Pensando nos reflexos da tendência exposta no texto e com base em seus conhecimentos sobre o sistema mundial na atualidade, é correto afirmar que:
mesmo com a crise expansiva do império americano, o resultado mais visível na atualidade é um sistema mundial ainda unificado pela hegemonia dos Estados Unidos.
China e a Índia se projetaram no sistema mundial como potências e têm claras pretensões hegemônicas nas suas respectivas regiões, ocupando importantes posições geopolíticas e geoeconômicas.
a União Europeia está cada vez mais fortalecida em torno de um poder central unificado e homogêneo, capaz de definir e impor objetivos e prioridades estratégicas ao conjunto dos estados associados.
a política externa brasileira tem dado prioridade a integração sul-americana, valendo-se de seu altíssimo potencial de crescimento econômico e excelente capacidade de coordenação estratégica.
o governo russo vem desacelerando o crescimento econômico, levando o país a uma distanciamento cada vez maior da condição de grande potência mundial, capaz de rivalizar a liderança global dos Estados Unidos.
Em 1969, Bolívia, Colômbia, Equador e Peru se uniram em um bloco econômico, a fim de promover questões de interesse mútuo entre seus membros como integração comercial, econômica e política. Este grupo se denomina:
Área de Livre Comércio das Américas.
Comunidade Andina de nações.
União latino-americana de desenvolvimento.
Mercado Comum dos Povos do Sul.
Considere a imagem abaixo:

Apenas a afirmativa I.
Apenas a afirmativa II.
Apenas a afirmativa III.
Apenas as afirmativas II e III
As afirmativas I, II e III.
O ano de 2019 está sendo marcado por uma série de manifestações que, difundidas via redes sociais, apresentam reverberação espacial. Uma dessas manifestações ocorreu no dia 20 de outubro de 2019, onde centenas de manifestantes se reuniram na Praça Sant Jaume, em Barcelona, para protestar em resposta ao movimento que busca a independência de uma região da Espanha. Para o geógrafo Rogério Haesbaert (2013), os movimentos nacionalistas separatistas fazem parte de um jogo entre o revigorar de identificações culturais fragmentadoras e valores particularistas e o reconhecimento de uma identidade global universalizadora.

https://www.google.com/url?sa=i&source=images&cd=&cad=rja&uact=8 &ved=2ahUKEwiY1qeuy7rlAhXhILkGHfFoCjoQjB16BAgBEAM&url=htt ps%3A%2F%2F mundoeducacao.bol.uol.com.br%2Fgeografia%2 Acesso em 25 de outubro de 2019.
A região da Espanha em questão no texto e indicada no mapa no quadro menor é:
o País Basco
a Andaluzia
a Galícia
a Catalunha
Analise o trecho a seguir:
Pode-se citar como consequências desse modelo na agricultura, tanto no processo de produção, quanto na dinâmica socioeconômica e espacial, exceto.
O aumento de investimentos em biotecnologia agrícola.
Incrementos de produtividade, lucratividade por área plantada.
Crescente monopolização do mercado de insumos, implementos e maquinários agrícolas.
Impulsionamento da concentração de terras nas mãos de um grupo cada vez menor de latifundiários e grandes empresas agroindustriais.
Aumento de mão de obra no campo e diminuição do êxodo rural, devido principalmente ao grande volume de recursos públicos alocados no fomento à modernização da agricultura.
Analise a tabela abaixo:
TABELA 1. PERÍODOS SEGUNDO FU-CHEN LO (1991)
Paradigma Tecnoeconômico | Primeira Mecanização 1770-1840 | Máquina a Vapor e Estrada de Ferro 1830-1890 | Eletricidade e Engenharia Pesada 1880-1940 | Produção Fordista de Massa 1930-1990 | Informação e Comunicação 1980-? |
Setores de Crescimento | -máquinas têxteis - química - fundição | - máquinas a vapor - estradas de ferro e seus equipamentos - máquinas - instrumentos | - Engenharia elétrica - Engenharia mecânica - Cabos e fios - Produtos siderúrgicos | - Automóveis - Aviões - Produtos sintéticos - Petroquímica | - Computadores - Bens eletrônicos de capital - Telecomunicações - Novos materiais - Robótica - Biotecnologia |
Novas Inovações | - máquina a vapor | - aço - eletricidade - gás - corantes artificiais | -automóvel - avião - rádio - alumínio - petróleo - plásticos | - computadores - televisão - radar - máquinas -instrumentos - drogas |
No livro “A natureza do Espaço”, de Milton Santos, o autor cita o economista japonês Fu-Chen Lo, que afirma, segundo sua tabela, existir cinco períodos de divisão das técnicas usadas no espaço geográfico. Nesse sentido, analise as seguintes assertivas:
I. Nos setores de crescimento, a primeira mecanização tem como elementos de técnica máquinas têxteis, químicas e fundição, tudo isso no cenário da segunda revolução industrial.
II. No segundo período, que se estende de 1830-1890, a máquina a vapor é uma técnica hegemônica, mesmo sendo uma inovação do período anterior. Isso prova que as técnicas podem ser permanentes ao longo do tempo. Contudo, já não é considerada tecnologia de ponta.
III. Em sua listagem dos paradigmas tecnoeconômicos vigentes, Fu-Chen Lo deixa o espaço vazio para as novas inovações relativas à informação e à comunicação, nas quais parecem residir os principais elementos do mundo novo.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas II.
Apenas I e II.
Apenas I e III.
Apenas II e III.
TEXTO 1
A mundialização da economia capitalista gerou a segmentação do espaço econômico mundial. Essa característica geográfica se expressa no final do século XX na formação de blocos econômicos em todo o mundo.
A Comunidade Econômica Europeia (CEE) constitui-se no exemplo mais avançado desse processo de formação e unificação econômica. Desde o ano de 1993 a CEE forma um espaço econômico, financeiro e monetário único. Portanto, constitui-se em um espaço onde as suas fronteiras nacionais não são obstáculos à livre circulação das mercadorias e das pessoas.
OLIVEIRA, A. U. A mundialização do capitalismo e a geopolítica mundial no final do século XX. In: ROSS, J. L. S. (Org.). Geografia do Brasil. 6. ed. São Paulo: Edusp, 2014.
TEXTO 2
A poucos dias da comemoração do centenário do final da Primeira Guerra Mundial, o presidente da França, Emmanuel Macron, alertou que a Europa vive o risco de um desmembramento devido ao nacionalismo, assim como no período entre guerras.
Disponível em: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2018/11/01/macron-alerta-para-risco-de-nacionalismo-similar-ao-do-periodo-entreguerras.htm?cmpid=copiaecola. Acesso em: 25/11/2018.
Os textos 1 e 2 fazem referência à União Europeia, que dentre os desafios apresentados atualmente, destaca-se
a disputa diplomática com os EUA, que sob o governo de Donald Trump, tem pressionado a Europa a se fechar para os mercados asiáticos.
a complicada relação de dependência dos recursos energéticos provenientes da Ucrânia, problema este que teve seu ápice na anexação da Crimeia pela Rússia.
a eleição de governos nacionais que tem se revelado contrários aos ideais formulados décadas atrás, colocando em risco a permanência do bloco.
a questão da xenofobia e a crescente resistência quanto à livre circulação de pessoas entre os países membros, fatores que, inclusive, motivaram a ocorrência do Brexit.
Os 45 anos que vão do lançamento das bombas atômicas até o fim da União Soviética não foi um período homogêneo único na história do mundo. (...) é dividido em duas metades, tendo como divisor de águas o início da década de 1970. Apesar disso, a história deste período foi reunida sob um padrão único pela situação internacional peculiar que o dominou até a queda da URSS (HOBSBAWM, Eric J. A era dos extremos. São Paulo: Cia das Letras, 1996). O período citado no trecho é conhecido como:
I Guerra Mundial.
II Guerra Mundial.
Guerra Nuclear.
Revolução Russa.
Guerra Fria.
Fronteira Agrícola é uma expressão utilizada para designar o avanço da produção agropecuária sobre o meio natural. Trata-se de uma
região na qual as atividades capitalistas fazem frente com as grandes reservas florestais e áreas pouco povoadas. No Brasil, a fronteira
agrícola, que antes se localizava na região do Cerrado, atualmente se encontra na região Norte, em contato com a Floresta Amazônica.
(Extraído de https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/fronteira-agricola-no-brasil.htm, acesso em 18 de setembro de 2018).
Sobre as fronteiras agrícolas brasileiras é CORRETO afirmar que
I- o Cerrado, onde antes se encontrava a Fronteira Agrícola, foi ocupado ao longo de todo o século XX e conheceu a sua quase completa devastação, restando atualmente menos de 20% de sua vegetação natural. Atualmente, tal zona de expansão encontra-se sobre a Amazônia, que passa a ser então ameaçada.
II- ocorrem muitos conflitos no campo envolvendo posseiros e grileiros (e, em alguns casos, comunidades indígenas). Os primeiros ligados a movimentos sociais do campo, como o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra), e os segundos geralmente representados pelos grandes latifundiários e empresas rurais.
III- à medida que o agronegócio se expande, as pequenas propriedades são pressionadas ora para avançar ainda mais a fronteira agrícola, ora para praticarem o êxodo rural, o que resulta na migração de uma grande quantidade de trabalhadores rurais para as cidades.
IV- os grandes latifúndios voltam sua produção, exclusivamente, para o mercado interno, enquanto os gêneros alimentícios básicos são deixados de lado. Inúmeros estudos avaliam que mais da metade da produção de alimentos voltada para consumo interno no Brasil é realizada pelos grandes produtores rurais.
Está CORRETO o que se afirma em
Leia o fragmento a seguir.
“Um dos dilemas básicos do mundo contemporâneo é a problemática ecológica, especialmente o aquecimento global e seus desdobramentos imprevisíveis, que coloca em primeiro plano a consciência global das questões ambientais e, consequentemente, o questionamento do atual modelo social, especialmente em seu padrão econômico-energético e tecnológico”.
Haesbaert, Rogério. Globalização e Fragmentação no Mundo Contemporâneo. Niterói: Eduff, 2013.
A relação entre a globalização e a problemática ecológica se insere como conteúdo no primeiro ciclo do ensino fundamental. Com relação aos temas de estudo que os professores de Geografia devem abordar nesse ciclo, analise as afirmativas a seguir e assinale V para a verdadeira e F para a falsa.
( ) As questões relativas à presença e ao papel da natureza e sua relação com a ação dos indivíduos e da sociedade.
( ) As transformações que a natureza sofre por causa de atividades econômicas e que se expressam de diferentes maneiras no meio em que os alunos estão inseridos.
( ) A análise da conjuntura econômica e política do país e do mundo em sua relação com os processos dinâmicos da natureza atuantes ao longo do tempo e em variadas escalas.
As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente,
V – F – V.
F – F – V.
F – V – F.
V – V – F.
V – F – F.
O geógrafo Milton Santos diz que técnica, para Pierre Gourou, são os fatos humanos do espaço que teriam de ser examinados em função de um conjunto. Ele define as técnicas em dois grupos:
De enquadramento e de produção.
Cultural e moderna.
Civilizada e selvagem.
Técnico e de ações.
De modelamento e de exploração.