

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Com relação ao indicador renda per capita, assinale a afirmação verdadeira.
Apesar de ser um indicador comumente empregado, a renda per capita possui problemas metodológicos, sendo o principal deles não revelar a real distribuição de renda existente na sociedade, por nivelar o rendimento dos habitantes, não apresentando, assim, as desigualdades salariais.
A renda per capita demonstra a renda média de uma população, pois revela a real distribuição do produto interno bruto entre o número de habitantes, permitindo, com isso que se conheça a renda média da população.
O indicador renda per capita é um indicador seguro empregado para estabelecer o padrão socioeconômico de uma população, seja nacional, estadual ou municipal.
A renda per capita demonstra a renda média de uma população, como produto da divisão do PIB pelo número de habitantes, permitindo, assim, avaliar as reais condições socioeconômicas da população de um país, região, estado ou município.
O Censo Demográfico feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) acontece a cada 10 anos e mapeia de forma integral o território nacional, sendo responsável por dimensionar e caracterizar a população brasileira. Quem não responder às pesquisas do IBGE ou fornecer informações falsas comete infração e está sujeito a qual pena?
Prisão em flagrante.
Processos judiciais e pagamento de multa.
Advertência administrativa.
Prestação de serviço comunitário.
Nenhuma das alternativas anteriores.
É sabido que a população brasileira se origina da miscigenação de três grandes grupos. São eles:
o asiático, o indígena e o negro africano.
o indígena, o oriental e o negro africano.
o negro africano, o europeu, e o asiático.
o europeu, o indígena e o negro africano.
o europeu, o indígena e o árabe.
No Brasil, há regiões com diferentes realidades socioeconômicas e populacionais, situação que também é perceptível dentro dos estados brasileiros. Assinale a alternativa correta que exibe um panorama das desigualdades socioeconômicas e populacionais no estado de Goiás.
O norte de Goiás é a região na qual está a maioria da população, apresentando um nível socioeconômico mais elevado.
O estado de Goiás é caracterizado por possuir um padrão socioeconômico alto, sendo tal ponto perceptível em todo o seu território, assim como a população é distribuída de forma homogênea por todo o estado.
O sul e o centro de Goiás concentram as principais indústrias e os melhores indicadores socioeconômicos, porém a maior parte da população goiana se localiza na porção norte do estado.
Goiás é caracterizado por possuir sua população concentrada de forma mais volumosa no centro e sul do seu território. Além disso, essas regiões demonstram melhores indicadores socioeconômicos do que o norte do estado.
Goiás é caracterizado por possuir índices socioeconômicos extremamente baixos, sendo um dos piores do país. Outro ponto característico do estado é sua pequena densidade populacional.

O Censo Demográfico 2022 apontam que o Brasil tem 203,1 milhões de habitantes, um aumento de 6,5% em relação ao último levantamento, feito em 2010, o que significa mais 12,3 milhões de pessoas. Esses dados mostram que neste período a taxa média de crescimento anual da população brasileira ficou em 0,52%, a menor desde o primeiro censo do Brasil, em 1872.
https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/economia/audio/2023-06/censo-mostra-quepopula%C3%A7%C3%A3o-brasileira-cresceu
Conforme informações do IBGE, o atual perfil da população brasileira, refletem dados que indicam:
O aumento das taxas de mortalidade infantil que superam as de fecundidade, que resultam das condições precárias de infraestrutura e ambiental pela qual vive a maioria da população brasileira nas áreas urbanas;
Do processo de feminização do mercado de trabalho que decorre do aumento do nível de escolaridade dessa demanda e da melhoria médico-sanitária;
Da intervenção estatal na difusão de métodos contraceptivos e campanhas educativas que promovem a política de controle de natalidade, acompanhado pelo envelhecimento da população;
Da queda no número de nascimentos, acompanhada pelo envelhecimento da população brasileira, cuja dinâmica, gera impactos na força de trabalho, na saúde e na previdência.
Uma redução no seu crescimento, em detrimento do aumento da violência no Brasil e nas mortes geradas pela COVID, fato que resultou na diminuição da expectativa de vida da população nesses últimos anos atípicos.
Jonas está cursando Geografia na Universidade Federal da Bahia (UFBA). Como ele mora com a família em Lauro de Freitas - BA, todos os dias ele se desloca para Salvador - BA e, após terminar as suas atividades, retorna para a cidade na qual reside. Assinale a alternativa que corresponde ao tipo de migração realizada diariamente por Jonas, de forma correta.
Transumância
Êxodo urbano
Migração pendular
Migração intraurbana
Nomadismo
O primeiro censo brasileiro foi realizado em 1872, quando o Brasil tinha 9,9 milhões de habitantes. Em 1890, o país tinha 14 milhões, e, em 1950, chegou a 51,8 milhões de habitantes. Pelo censo de 2010, o Brasil tem uma população de 190.755.799 habitantes.
SAMPAIO, Fernando dos Santos. Geração alpha geografia: 7º ano. Organização SM Educação. - 2.ed. - São Paulo Edições SM, 2018, p. 49.
Com relação à realidade demográfica nacional, é correto afirmar que:
o Brasil é um país populoso e muito povoado, sendo essa realidade reflexo do elevado crescimento vegetativo a partir dos anos 1990 e de sua extensão territorial.
a população brasileira mais que duplicou nos primeiros quarenta anos do século XX, passando a crescer de forma mais intensa nos trinta anos seguintes.
a ocupação do território nacional começou pelo seu litoral e a sua população relativa aumenta em direção ao seu interior, uma vez que o agronegécio demanda muita mão de obra direta.
até os anos 1970, a maioria da população vivia no meio rural, o que possibilitou um crescimento natural muito pequeno no país, fato que mudou a partir dos anos 1980.
a taxa de fecundidade no país cresceu a partir do início do século XXI, fato condicionado pela emancipação feminina e sua dupla jornada de trabalho.
De acordo com os resultados do Censo Demográfico de 2022, há 23,8 pessoas por quilômetro quadrado no país. Com o aumento da população entre 2010 e 2022, atingindo o total de 203,1 milhões de pessoas, a ______ do país passou de 22,43 para 23,8 habitantes por quilômetro quadrado (km²) no mesmo período.
(adaptado de IBGE, 2023).
Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
Concentração urbana
Taxa de natalidade
Taxa de fecundidade
Densidade demográfica
Crescimento vegetativo
Os vapores cruzavam os mares transportando pessoas, mercadorias e ideias, e ainda carregavam a mala postal, repleta de mensagens. Múltiplas histórias escritas atravessavam o oceano buscando por notícias de filhos e pais, irmãos, maridos e esposas, noivos e noivas. As missivas traziam boas e más novas, comunicavam alegremente nascimentos e casamentos, também doenças e mortes; enviavam declarações de amor e fidelidade, fotos de família; encaminhavam conselhos de velhos, pedidos de ajuda e de dinheiro; expediam cartas bancárias e de chamada. Essa literatura epistolar possibilitava a transmissão e reconstrução das tradições. Os deslocamentos tornaram-se um dos mais potentes produtores de escritura ao longo da história.
TRUZZI, O.; MATOS, I. Saudades: sensibilidades no epistolário de e/imigrantes portugueses (Portugal-Brasil 1890-1930). Rev. Bras. Hist., n. 70, jul.-dez. 2015.
Conforme o texto, as correspondências trocadas entre imigrantes no Brasil com os seus países de procedência constituíam um dispositivo tecnológico que possibilitava o(a)
disputa ideológica entre a comunidade de estrangeiros e a de nativos.
circularidade cultural entre a sociedade de partida e a de acolhimento.
controle doutrinário das narrativas do cotidiano de origem e de destino.
fiscalização política dos fluxos de populações do Novo e do Velho Mundo.
monitoramento social dos grupos de trabalhadores da cidade e do campo.
A última pesquisa Origem Destino (OD) disponível, de 2017, indicou a predominância de viagens motorizadas com o uso de transporte público em relação ao transporte particular. Do total de viagens, a relação transporte público x transporte particular seria de 55% x 45% na Região Metropolitana e de 56% x 44% no município de São Paulo. Essa pesquisa levantou também a variação dessa predominância por faixa de renda, conforme figura a seguir.

Dois terços da população da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) recebem familiar até R$ 3.816 e as famílias de renda mais baixa concentram-se em áreas periféricas, que demandam dispêndio semanal de mais tempo no transporte público.
Neste quadro, pode-se afirmar que o indicador “percentual de viagens”
não leva em conta o tempo despendido nas viagens, maior para as famílias de baixa renda, porém essa distorção é parcialmente compensada pelo maior número de viagens de transporte público por usuário, relativamente ao transporte individual.
deveria ser a base para a formulação de políticas públicas equilibradas, observando-se proporcionalidade dos investimentos nos dois modais à sua participação relativa, sendo que investimentos em sistema viário beneficiam tanto o transporte individual quanto o coletivo.
espelha, da melhor forma possível, o conjunto das condições de mobilidade a que estão sujeitos os usuários dos sistemas de mobilidade da RMSP.
subestima a dependência da população em relação ao transporte público e não leva em conta o tempo despendido nas viagens, maior para as famílias de baixa renda.
do ponto de vista das condições de mobilidade, distorce os resultados favoravelmente aos usuários do sistema de transporte público, visto que estes permanecem mais tempo no sistema.
Os primeiros resultados do Censo 2022 apontaram ______ como o estado mais populoso do país, concentrando 44,4 milhões de habitantes – cerca de um quinto da população brasileira. ______ continua sendo o estado menos populoso, com 636,3 mil habitantes, ainda que tenha apresentado a maior taxa de crescimento anual no período de 12 anos (2,92%).
(adaptado de IBGE, 2023)
Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.
São Paulo / Roraima
São Paulo / Rondônia
Rio de Janeiro / Amapá
Minas Gerais / Acre
Minas Gerais / Tocantins
A estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística aponta que o Brasil tem, na atualidade, mais de 215 milhões de habitantes. A taxa de crescimento anual tem diminuído nas últimas décadas estando, na atualidade, inferior a 1%, devido, principalmente,
ao crescimento natural ou vegetativo.
aos altos índices de criminalidade.
à manutenção das migrações internas.
ao incremento da população urbana nas grandes cidades.
ao aumento da imigração nas últimas décadas.
Leia o texto e responda o enunciado a seguir:
“O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é uma medida geral e sintética usada para classificar o grau de desenvolvimento econômico e a qualidade de vida dos países. Foi criado em 1990 e vem sendo publicado anualmente desde 1993 pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD da ONU. O IDH varia em uma escala que vai de O a 1. Quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento humano. A escala classifica os países em cinco faixas: IDH muito alto, alto, médio, baixo e muito baixo.
As dimensões que constituem o IDH são a Renda (padrão de vida medido pela Renda Nacional Bruta per capita); a Saúde/Longevidade (vida saudável e longa medida pela expectativa de vida) e a Educação (acesso ao conhecimento medido pela média de anos de educação de adultos e expectativa de anos de escolaridade para crianças na idade de iniciar a vida escolar)”. (adaptado)
Disponível em https://atlassocioeconomico.rs.gov.br/indice-de-desenvolvimento-humano-idh-e-idhm. Acesso em 01/09/2022.
Sendo que Mato Grosso apresentou no último censo do IBGE (2010) um IDH de 0,725 e tendo por base as informações contidas no texto, o Estado apresentou um IDH:
muito alto.
alto.
médio.
baixo.
muito baixo.
A renovação dos equipamentos já existentes nas cidades, muitas vezes, não é realizada, fazendo com que áreas com perda populacional, também tenham os imóveis e a terra desvalorizados economicamente.
Em relação às perdas nessas áreas de despovoamento populacional em Minas Gerais, é CORRETO afirmar:
Além dessas perdas de valores da terra e dos imóveis, os governos também são profundamente afetados por essa questão. Normalmente, a arrecadação de tributos tende a cair, num contexto no qual as demandas sociais permanecem ou, mesmo, tendem a aumentar, considerando-se o aumento ou, mesmo, a permanência de elevadas taxas de desemprego e o rápido envelhecimento populacional.
No curto prazo, muito provavelmente, o processo de despovoamento poderá gerar uma redução absoluta das demandas e da pobreza, dado o rápido envelhecimento, a intensificação da perda de renda e, consequentemente, de arrecadação.
O processo de transição demográfica em Minas Gerais se aproxima do fim e o futuro populacional do estado será, cada vez mais, de tendência crescente de taxas de crescimento, alcançando nos próximos trinta anos taxas positivas em relação à população, favorecendo, com isso, a redução das desigualdades regionais.
Os planos dos governos que foram desenvolvidos, trazendo recursos financeiros, tendo como mote o desenvolvimento regional com o incentivo para abertura de grandes empresas e indústrias nas áreas mais estagnadas do estado, garantiram a sustentabilidade econômica, social e ambiental de diversas regiões.
Leia o fragmento a seguir.
“Na década de 1990, a taxa de crescimento da população amapaense foi três vezes maior do que a da região Norte e cinco vezes maior que a taxa nacional. Esse crescimento, proporcionalmente acentuado em relação ao regional e ao nacional, perdura desde a década de 1940, o que tornou o espaço geográfico amapaense um dos principais polos brasileiros de atração de migrantes”.
(Adaptado de FILOCREÃO, Antonio Sérgio Monteiro (org.). Amapá 2000-2013 (Estudos Estados Brasileiros). São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2015, p. 27).
Sobre os fatores de atração de fluxos migratórios que caracterizaram o Amapá a partir da década de 1940, analise as seguintes afirmativas:
I. Na década de 1940, a criação da infraestrutura para o funcionamento do governo do Território Federal do Amapá foi um fator determinante para a atração de fluxos migratórios.
II. Na década de 1950, a atração de fluxos migratórios foi impulsionada pela construção da infraestrutura para a extração de manganês da Serra de Navio.
III. Na década de 1960, a criação da Zona de Livre Comércio de Macapá e Santana e a pavimentação da BR-156 atraíram grandes fluxos de migrantes para o território amapaense.
Está correto o que se afirma em
I, apenas.
II, apenas.
III, apenas.
I e II, apenas.
I, II e III.
A população brasileira, tal qual se apresenta atualmente, é fruto da dinâmica populacional ao longo dos anos, especialmente da entrada de imigrantes no país durante os séculos XIX e XX. Nas afirmações abaixo, registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
( )A população brasileira continua crescendo, porém, em um ritmo menor. A quantidade de filhos por mulher diminuiu de forma expressiva, e isso ajuda a explicar essa menor taxa geométrica do crescimento populacional.
( )Com a melhora na qualidade de vida e nas condições básicas da população brasileira, resultante da urbanização, industrialização e respectivo crescimento econômico, observou-se, nos últimos anos, um crescimento da esperança de vida ao nascer. Tal condição revela um processo de envelhecimento da população, que irá demandar maiores serviços médicos do setor de geriatria, bem como um melhor planejamento para as aposentadorias.
( )Quando se dá deslocamentos populacionais temporários relacionados às estações do ano ou às atividades econômicas, caracteriza-se o fenômeno denominado nomadismo.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
F, V, F.
V, V, F.
V, F, F.
F, F, V.
V, V, V.
A partir da década de 1940, é nítido um grande fluxo migratório para a região central do estado de Goiás. A esse respeito, assinale a alternativa correta quanto à explicação para esse fluxo migratório.
Um dos pontos que explica a grande migração de pessoas para a região central do estado de Goiás a partir de 1940 é a descoberta de minas de ouro nessa região, que foi um importante produto da economia goiana até a década de 1980.
O principal fator para esse grande fluxo migratório refere-se às inúmeras indústrias automobilísticas que foram criadas na região de Anápolis na década de 1930.
Em um primeiro momento, a criação da nova capital Goiânia e, posteriormente, a fundação da nova capital brasileira, Brasília (ainda que em outra região), foram fatores que causaram um grande fluxo de pessoas para toda a região central do estado de Goiás.
Esse fluxo migratório está relacionado ao desenvolvimento acentuado da pecuária nessa região.
O grande fluxo migratório para essa região do estado de Goiás explica-se em grande parte pela criação da nova capital brasileira, Brasília, na década de 1940 e, posteriormente, da nova capital goiana, Goiânia, em 1950.
Dados divulgados pelo Censo Demográfico 2022, produzido pelo IBGE, revelam que a taxa de crescimento populacional anual é a menor desde 1872, quando foram iniciados os registros. A taxa ficou em 0,52% ao ano, permanecendo abaixo de 1% pela primeira vez. Esse cenário de redução da população, especialmente a jovem, pode acarretar diversas consequências socioeconômicas para o Estado brasileiro, como
incremento da capacidade produtiva do país, com oferta de maior disponibilidade de mão-de-obra, gerando maior arrecadação aos cofres públicos.
estabilidade da capacidade produtiva do país, uma vez que está havendo aumento considerável do investimento público em qualificação profissional e desenvolvimento tecnológico.
aumento da capacidade produtiva do país, pautada em mão-de-obra jovem e qualificada, com maciço investimento em educação técnica para ocupar postos de trabalho na indústria nacional.
comprometimento da capacidade produtiva do país, com impactos inclusive no âmbito das contas públicas.
Segundo os primeiros resultados do Censo Demográfico de 2022, a população recenseada alcançou uma marca superior à de 203 milhões de habitantes. A série de censos brasileiros mostrou que a população residente no Brasil experimentou sucessivos aumentos em seu contingente, tendo crescido mais de 20 vezes nos últimos 150 anos. Acerca do crescimento populacional do país e das informações encontradas nos recenseamentos realizados, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O Censo de 2022 mostra uma taxa de crescimento anual da população residente próxima de 0,52%. Apesar de inferior a 1%, essa taxa média foi superior à encontrada entre o período de 2000/2010, que ficou na ordem de 0,40% ao ano.
( ) Desde o primeiro Censo, realizado em 1872, a população brasileira cresceu em 193,1 milhões de habitantes. Em termos absolutos, os maiores incrementos populacionais foram observados entre 1970 e 1980, com um crescimento de 27,8 milhões de pessoas.
( ) Atualmente a região Sudeste segue sendo a mais populosa do país (41,8% da população brasileira), seguida pelas regiões Nordeste (26,9%), Sul (14,8%), Norte (8,5%) e Centro-Oeste (8,0%).
( ) O Censo de 2022 nos mostra que as regiões Sul e Centro-Oeste apresentaram o maior crescimento médio da população residente. Esse resultado se diferencia do Censo de 2010, em que o Norte aparecia, junto ao Centro-Oeste, como a região com maior crescimento médio da sua população.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – V – F – F.
F – V – F – V.
V – F – F – V.
F – V – V – F.
F – F – V – V.
A imagem aponta para um importante e atual debate crítico das Ciências Humanas que discute as implicações da uberização nas relações de trabalho e no território. Neste contexto, a crítica que se faz ao uso desses aplicativos resulta da:
Fragmentação territorial promovida pelos monopólios, pois as empresas globais atuam nas zonas luminosas da cidade, enquanto as zonas opacas (cujo serviços de transporte são precarizados) são excluídas do uso efetivo da plataforma.
Mobilidade urbana porque oferecem a substituição dos veículos particulares por sistema de transporte rápido e de baixo custo que colabora para a sustentabilidade ambiental e financeira da população.
Concentração de renda, posto que os motoristas e entregadores que dominam a tecnologia dos aplicativos têm maior oportunidade de ganhos que aqueles que ainda não foram inseridos na chamada Era Digital.
Autonomia dos trabalhadores, reconhecidos como empreendedores que assumem a responsabilidade pelos custos da atividade (veículo, combustível, manutenção, limpeza, multas, e seguro), transferindo, quase sempre, estas despesas às taxas cobradas pelas plataformas.
Oportunidade de trabalho aos desempregados ou uma complementação de renda daqueles que buscam superar os baixos salários e o rompimento com antigas estruturas como a relação patrão-empregado e com o rígido horário de trabalho.