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A figura apresentada abaixo, colhida na obra 'Decifrando a Terra' (Wilson Teixeira et al.), faz referência à questão 23. Nela, ilustra-se a distribuição de rochas sedimentares preservadas no registro geológico.

Em relação à metodologia de datação com radioisótopos, é correto afirmar, EXCETO:
A datação de rochas sedimentares formadas a partir da desagregação de litologias ígneas ou metamórficas deve seguir uma metodologia rigorosa, de sorte a não atribuir àquelas rochas a idade de qualquer das litologias que ocorrem nas áreas-fonte dos detritos.
É possível fazer a datação radiométrica de materiais geológicos porque, em cada série de decaimento, as taxas de desintegração de todos os elementos intermediários são constantes e idênticas umas às outras, independentemente do mineral que os contém.
Em radiocronologia, alguns métodos exigem minerais cujas redes cristalinas não apenas podem acomodar os elementos inicial e final de uma série de decaimento radioativo, como ainda apresentam temperaturas de bloqueio mais elevadas.
Os métodos radiométricos que envolvem isótopos de meia-vida longa, como 40K-40Ar (1.3Ga), estão diretamente associados a temperaturas de bloqueio específicas, fato que permite a datação de eventos ígneos ou metamórficos distintos.