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A imagem abaixo, adaptada do Mapa Geológico de Minas Gerais – 1:1.000.000 (COMIG), refere-se às questões 33 a 36.

A respeito das unidades que constituem o Supergrupo Espinhaço, NÃO é correto afirmar:
As ocorrências de fosfato associadas a sedimentos químicos deltaicos são provenientes do enriquecimento local da Bacia Espinhaço a partir do intemperismo das rochas magmáticas contemporâneas ao rifteamento continental.
Às sequências aluminosas e ferruginosas da fase rift estão associados os principais depósitos diamantíferos, compreendidos por conglomerados e brechas de leques aluviais costeiros da Formação Sopa-Brumadinho.
Durante o Brasiliano, sistemas de fraturas e extensas zonas de cisalhamento foram originados ao longo da Serra do Espinhaço, os quais estão intimamente relacionados a veios de quartzo e mineralizações auríferas.
Os diamantes encontrados nos depósitos aluvionares da Serra do Espinhaço têm origem nas rochas magmáticas que também produziram os filitos hematíticos da sequência, estes resultantes do metamorfismo de baixo grau de paleolateritas.