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SUGUIO, K. Geologia Sedimentar. 1.ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2003. p.318.
A Figura acima representa um mapa de isópacas cumulativas (equidistância entre as curvas de 500 metros) de rochas sedimentares sotopostas aos derrames basálticos da bacia do Paraná, onde se verifica que a
profundidade máxima do topo do embasamento está entre 3000 e 4000 metros.
profundidade máxima do topo do embasamento é menor do que 3000 metros, na porção central da bacia.
espessura total dos derrames basálticos é menor na porção central da bacia.
espessura total das sucessões mais novas do que os derrames basálticos está entre 3000 e 4000 metros.
espessura total das sucessões mais antigas do que os derrames basálticos é maior do que 3000 metros.