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A teoria da Tectônica de Placas nos apresenta um modelo bem consistente para explicar a dinâmica da Terra. A convergência continental-continental, pode ser identificada na seguinte afirmação:
Neste processo também há a formação de uma fossa oceânica. A Fossa das Marianas (paralela às Ilhas Marianas), com profundidade próxima a 11 km, é produto da convergência da Placa do Pacífico com a das Filipinas.
As variações das dimensões das massas continentais sugerem que a crosta deve ser destruída na mesma medida em que é criada. Tal destruição (reciclagem) da crosta ocorre ao longo dos limites divergentes das placas tectônicas, por colisão ou porque uma placa mergulha sob a outra ("obducção") ou é até colocada sobre a outra ("subducção"), em regime tectônico compressivo.
Nesse caso, a Placa do Pacífico, onde está situada a cidade de Los Angeles, se desloca para o norte, enquanto a Placa Norte-Americana, contendo a cidade de São Francisco, se movimenta para sul. Quando a energia concentrada ao longo desses limites é liberada, há movimentação das placas, ocorrendo uma série de terremotos com focos rasos e, portanto, altamente destrutivos.
Ao contrário dos outros fenômenos, esse produz, no continente, forte deformação (dobramentos e falhamentos) e intenso "metamorfismo" (processo pelo qual uma rocha é transformada em outro tipo de rocha com características distintas, através de reações no estado sólido).
Se fosse possível drenar o Oceano Pacífico, junto a borda do continente sul-americano seria visto uma longa e estreita fossa (ou trincheira) com um desnível de 8 a 10 km. As fossas correspondem às porções mais profundas dos oceanos e são criadas por subducção de crostas oceânicas nos limites de placas convergentes.