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A teoria da tectônica de placas nos dá suporte muito robusto para entendermos a formação e a evolução dos continentes e oceanos ao longo do tempo geológico. Surgida no início do século XX, a partir de ideias visionárias de Alfred Wegener, só passou a ser aceita no meio científico na década de 1950, a partir de dados de pesquisa do fundo marinho e do avanço das técnicas de investigação geofísica. Sobre a tectônica de placas, é correto afirmar que:
As placas tectônicas são fragmentos da crosta boiando sobre o manto quente e líquido.
A velocidade de expansão dos fundos oceânicos é muito variável, sendo maior no Pacífico do que no Atlântico.
Falhas transformantes são limites conservativos de placas tectônicas, nos quais ocorre a geração de crosta basáltica.
Quando placas oceânicas colidem, a placa mais jovem e mais quente mergulha sob a placa mais antiga e mais fria.
Quando dois continentes colidem, não ocorre subducção de uma placa continental sob a outra.