A dureza é uma das mais importantes propriedades para a
determinação de diversos minerais. Ela pode apresentar
variações ao longo da mesma superfície cristalográfica de um
mesmo mineral. Os cristais de cianita possuem dureza igual a
5,0 na direção do comprimento e dureza 7,0 na direção
perpendicular ao comprimento, por exemplo. A variação da
dureza
A
ocorre ao longo dos planos e das direções
cristalográficas e está associada diretamente à
quantidade de fraturas existentes na superfície do
cristal.
B
ocorre ao longo dos planos cristalográficos em razão
do processo de pseudomorfismo gerado na superfície
do cristal.
C
ocorre somente em minerais polimórficos, pois as
respectivas estruturas são diferentes, gerando, então,
os diferentes valores de dureza ao longo da
superfície do mineral.
D
é consequência dos diferentes tipos de empacotamentos
ou arranjos atômicos existentes ao longo dos diferentes
planos ou direções cristalográficas do cristal.
E
ocorre somente em minerais isomórficos, pois as
próprias estruturas são iguais e, consequentemente,
os respectivos planos cristalográficos apresentarão
empacotamentos atômicos iguais, gerando, assim,
diferentes valores de dureza ao longo da superfície
do mineral.