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O rápido influxo de sedimentos numa bacia hidrográfica é determinado por fatores naturais e pode ser influenciado por fatores antrópicos.
O crescimento da ocupação aumenta a erosão hídrica nas encostas e pode resultar em assoreamento e enchentes na planície de inundação.
Os desmoronamentos rápidos em vertentes muito íngremes e com solos pouco espessos e saturados somente ocorrem quando não existe cobertura florestal.
As obras de entalhe e aprofundamento de leitos para reduzir a ocorrência de enchentes podem gerar a retomada erosiva nas encostas de uma bacia hidrográfica.
Qualquer mudança significativa nas condições naturais e nas atividades humanas de uma bacia hidrográfica pode gerar alteração nos tipos de leitos e canais.
Dentre os fatores de sustentabilidade fundamental de uma cidade, segundo Carvalho 1999, está a capacidade de suporte físico dos assentamentos humanos, que envolve os seguintes aspectos, EXCETO:
condições de fundação.
condições de escavação.
condições de assoreamento.
condições de estabilidade de taludes.
A presença de argilas tixiotrópicas é favorável em solos utilizados para aterros em rodovias que serão pavimentadas.
A idade, as estruturas e a composição das rochas são fatores importantes para definir o risco geotécnico associado à ocupação urbana.
É possível encontrar a associação A na Bacia do Parnaíba, mas não na Bacia do Amazonas.
Como apresentam grande espessura e, em geral, são argilosos, os nitossolos permitem que seja desenvolvido o sistema de saneamento in situ quando ocupados para fins urbanos.
A ocupação urbana das áreas recobertas por latossolos deve ser priorizada com relação às áreas ocupadas por cambissolos e neossolos.
O conhecimento dos solos é fundamental nos estudos que antecedem a delimitação do local ideal para a instalação de um aterro sanitário.
A banda 6 é a banda mais adequada para a análise de umidade de solos e identificação de incêndios florestais.
Em relação à geologia dos ambientes fluviais, é correto afirmar que
os rios subseqüentes são rios cujo sentido de fluxo é inverso ao sentido de mergulho das camadas geológicas, isto é, correm em sentido oposto ao dos rios conseqüentes.
em muitos casos, é possível identificar-se o ambiente de sedimentação fluvial por meio de medições de vários aspectos geométricos das marcas onduladas formadas. Por exemplo, um dos índices utilizados para isso é o Índice de Marca Ondulada, que é representado pelo quociente entre o comprimento de onda e a altura de onda.
há quatro tipos básicos de sistemas deposicionais fluviais: meandrante pelítico, meandrante psamítico, anastosomado, e distributário deltaico. O sistema meandrante pelítico é constituído por rios de sinuosidade moderada a baixa, com predominância das fácies de canal sobre as de transbordamento.
os depósitos de corridas de detritos (debris flow deposits) são isentos de materiais finos, sendo constituídos basicamente de seixos e matações, são localizados, e possuem ângulos suaves em forma de lençol abaixo do leque fluvial.
os terraços são produzidos basicamente pela erosão fluvial e pelo encaixamento do talvegue, e consistem em uma área plana ou em bancadas, limitadas de um lado por um terreno mais elevado e do outro lado por escarpas em direção ao curso atual do rio. Os terraços encaixados não são entalhados no embasamento rochoso do fundo do vale, e tanto o terraço como a planície de inundação se localizam sobre a mesma calha rochosa.
Os latossolos têm maior poder de atenuação das cargas poluentes que os neossolos quartzarênicos e os cambissolos.
A infiltração das águas na própria bacia de geração do excedente hídrico pluvial minimiza os riscos de enchentes urbanas.
Para a recuperação de uma voçoroca, sempre será necessário o desenvolvimento de uma obra de drenagem subterrânea.
Um estudo para um Programa de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD) requer conhecimentos de geologia, hidrogeologia, clima, solos e geomorfologia; entretanto, independentemente do caso, os estudos pedológicos são os mais importantes.
A pluma de contaminação migra em função da ação conjunta de processos de dispersão, adsorção e advecção.
No estado de Minas Gerais, o Instituto Mineiro de Gestão das Águas, IGAM, é responsável pela gestão e fiscalização do uso das águas subterrâneas. Esse órgão estatal tem uma importante tarefa no disciplinamento do uso das águas subterrâneas no estado. Como tem sido divulgado pela mídia, a superexploração de um aqüífero traz conseqüências extremamente danosas ao meio ambiente. Dentre os malefícios da superexploração de um aqüífero, podemos citar, EXCETO:
subsidência de terrenos, causando problemas de estabilidade e danos a construções civis e outras.
avanço da cunha salina em regiões litorâneas.
aumento das vazões dos recursos hídricos superficiais pela indução de fluxos laterais.
redução da capacidade produtiva dos poços próximos, com aumento dos custos de bombeamento.
A inobservância das práticas citadas no texto pode acarretar danos irreversíveis à drenagem receptora, causando impactos tais como assoreamento, erosão e aumento de turbidez, entre outros.
A otimização do plano de fogo é a principal forma para mitigar os problemas ambientais derivados das detonações. Nesse sentido, o plano de fogo deve prever a mínima carga para o máximo desmonte e para a produção do menor nível de ruídos, sendo importante um estudo geotécnico do maciço para alcançar esses resultados.
Amianto é o nome de um mineral encontrado na natureza e utilizado in natura.
A recuperação de áreas degradadas pela mineração de carvão prevê a neutralização da drenagem ácida por meio do aumento do pH.