

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Elementos farejadores são utilizados na prospecção geoquímica de depósitos de urânio em arenito (Se, Mo, V, Rn, He, Cu, Pb), cobre nos pórfiros (Zn, Au, Re, Ag, As, F), veios de fluorita (Y, Zr, Rb, Hg, Ba) e depósitos complexos de sulfetos (Hg, As, S — em forma de SO4 — Sb, Se, Cd, Ba, F, Bi).
Os elementos terras raras compreendem uma série de metais com número atômico entre 57 e 71 (lantânio ao lutécio) que apresentam como característica um aumento no raio iônico, com o aumento do número atômico.
Na oxidação dos minerais ferromagnesianos primários, como biotita, anfibólio, piroxênio e olivina, verifica-se a presença de ferro, principalmente na forma Fe²+, que é liberado em solução e oxida-se a Fe³+, havendo a precipitação de novo composto férrico, normalmente a magnetita, relativamente abundante nas alteritas e solos.
Minerais constituídos por dois ou mais elementos químicos podem ser expressos por sua fórmula química, como, por exemplo, a pirita, FeS2, em que cada unidade compõe-se de um átomo de ferro e dois de enxofre.
Na fase regional da prospecção geoquímica, define-se o espaçamento inicial, com base nas informações geológicas, geofísicas e testes preliminares, e utilizam-se principalmente, os sedimentos de corrente, pois fornecem informações de áreas maiores, comparados aos demais métodos de prospecção geoquímica, e permitem avaliar a potencialidade da área tanto para o bem procurado quanto para outros metais.
Na prospecção de diamante, deve-se, primeiramente, reconhecer os grãos de granada nos concentrados de sedimento e de solo e, posteriormente, realizar análises de química mineral, preferencialmente por intermédio de microssonda eletrônica.
Os fatores que devem ser considerados, obrigatoriamente, no estudo geoquímico de sedimento de corrente incluem os elementos indicadores que fornecem a melhor resposta à substância procurada; os limites de detecção e a forma de ocorrência dos elementos; e as variações sazonais e temporais.
Mediante o uso dos pares isotópicos radiogênicos, tais como U-Pb, Sm-Nd, Ar-Ar, Rb-Sr, Re-Os e Lu-Hf, em rochas e(ou) minerais, pode-se estabelecer as áreas fonte das rochas sedimentares; a idade máxima de deposição de uma camada de rocha sedimentar; a determinação geocronológica precisa de rochas ígneas e metamorfismo; e a proporção de material gerado na crosta e manto em rochas ígneas.
A classificação geoquímica de elementos estabelecida por Goldschmidt (1937) é importante na procura de bens minerais, dada sua eficácia para estabelecer a distribuição de elementos menores e traços em minerais e rochas. Os principais grupos são divididos em siderófilos, calcófilos litófilos, atmófilos. Além desses grupos definidos por Goldschmidt, há o grupo de elementos comumente encontrados em organismos vivos: os biófilos.
Os procedimentos adequados à pesquisa mineral de Cu, Pb, Zn, Ni, Mn, Nb, ETR, Ti e V incluem o detalhamento dos alvos exploratórios com adensamento da malha de sedimento de corrente e a posterior amostragem de solo, conforme as informações relativas às anomalias geofísicas e geoquímicas.
Todas as amostras estão em equilíbrio isotópico.
O agente floculante utilizado no ensaio de sedimentação é, geralmente, o hexametafosfato de sódio.
Caso, na análise de determinada amostra de água, obtenha-se STD = 148 mg/L, a classificação química correta dessa amostra só será obtida se o respectivo balanço iônico for inferior a 10%.
É possível obter a idade de formação de rochas ígneas com alta precisão e exatidão por meio de métodos de U-Pb em zircão, sendo os métodos SHRIMP (microssonda iônica com alta sensibilidade e resolução) e LA-ICP-MS (microssonda a laser acoplada a espectrômetro de massa com plasma acoplado indutivamente) os que apresentam, em termos analíticos, maior precisão na determinação da idade de rochas vulcânicas fanerozoicas.
A composição média da crosta continental e da crosta oceânica apresenta várias diferenças. Se apenas a crosta oceânica for considerada, os valores médios de Si, K e Na devem aumentar, enquanto os valores de Mg e de Fe devem diminuir.
Nos protocolos de amostragem, as medições de pH, Eh, CE e STD devem ser realizadas in situ, com o objetivo de eliminar o risco de contaminação durante a análise da amostra em laboratório.
Os diagramas de variação SiO2 versus outros óxidos, como por exemplo CaO, MgO e Al2O3, podem dar informações sobre a história de cristalização das rochas que compõem suítes vulcânicas.
Um dos critérios exploratórios de determinada substância é a definição de concentrações anômalas da substância procurada, a qual é definida a partir da abundância normal (background) do elemento, no que tange ao seu teor no conjunto de rocha pesquisado.