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“A cidade de Manaus vivenciou, durante a segunda metade do século XIX, um surto modernizador proporcionado pela economia da extração da goma elástica. Ao experimentar essa dita modernidade, criou-se um discurso engrandecedor, enaltecedor que apresentava a cidade como um local de civilidade, de grandeza e riqueza exacerbada, um local de elite e para elite na qual tudo se importava do exterior.”
(BRAGA, B. Miranda. “A cidade, os índios e a belle époque: Manaus no final do século XIX” in Rev. Hist. UEG, 2016, p. 103.)
As afirmativas a seguir descrevem corretamente a belle époque manauara, à exceção de uma. Assinale-a.
A renovação da cidade foi influenciada pelas reformas urbanísticas de Haussmann em Paris.
A ocidentalização da cidade era enfatizada pela adoção de estilos europeus, como art nouveau e eclético.
A construção do Teatro Amazonas visava divulgar a ideia de uma cidade rica e civilizada em meio à selva.
A valorização do passado colonial, índio e caboclo, era integrada ao processo de modernização.
O Mercado Adolpho Lisboa foi erguido à margem do Rio Negro e simbolizava a moderna arquitetura em ferro.