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“A presença do governador da capitania de São Paulo, junto às minas de Cuiabá, é prova desse efetivo e intencional controle. A intenção primeira do governador foi de implantara máquina administrativo - fiscal, necessária ao bom desempenho político e econômico, cuja organização reproduzisse e incorporasse a região mineira ao sistema colonial.”
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SIQUEIRA, Elizabeth Madureira; COSTA, Lourença Alves da; CARVALHO, Cathia Maria Coelho. O processo histórico de Mato Grosso. 3. ed. Cuiabá: Guaicurus, 1990. p. 18.
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O texto acima fala da importância da atividade mineradora, ainda nas primeiras décadas do século XVIII, para o processo de ocupação da capitania de Mato Grosso.
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Sobre o processo colonizador de Mato Grosso, é correto afirmar que:
A metrópole portuguesa no início do século XVIII, como ainda dependia bastante da economia açucareira, deu pouca importância às regiões mineradoras em sua colônia americana, explicando a pouca atenção destinada à capitania de Mato Grosso.
Como o ouro encontrado em Mato Grosso era de aluvião, logo as minas se exauriram, levando o governo português a abandonar o interesse pela região, o que facilitou aos espanhóis estenderem seu domínio até o centro-sul da colônia portuguesa.
As terras das minas de Cuiabá chegaram a pertencer à capitania de São Paulo e a sediar a administração da capitania de São Paulo, e seu governador imprimiu uma política rigorosa, garantindo, através dos impostos, o aumento da renda da coroa.
Diante do fracasso da mineração nas terras de Cuiabá, a região de Mato Grosso permaneceu sob o domínio da capitania de São Paulo, pelo menos até a independência do Brasil, quando, de fato, conquistou sua autonomia política e administrativa.