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“A Primeira República encontra, pois, um estado com uma população extremamente rarefeita, reorganizando-se econômica e espacialmente pós-Guerra do Paraguai e com os seus polos econômicos claramente regionalizados: ao sul, agropecuária e o vigor da Matte Laranjeira e, ao norte, a agropecuária, o extrativismo e o apogeu da agroindústria açucareira. […] Na verdade, o norte do estado tinha maiores facilidades de comunicação com alguns países da América do Sul (e com a Europa, via bacia do Prata) do que com o Centro-Sul do país”
NEVES, Maria Manoela Renha de Novis. Elites Políticas: Competição e Dinâmica Partidário – Eleitoral (Caso de Mato Grosso). São Paulo: Edições Vértice, 1988. p. 73 e 74)
Na formação do estado do Mato Grosso do Sul, a separação entre ele com o Mato Grosso se efetiva em 1970, entretanto o texto demonstra que essa divisão historicamente se construiu
por conta da diferença climática e ambiental que impediu qualquer integração entre o norte e o sul do Mato Grosso.
uma intenção meramente política de separar a região amazônica da região pantaneira e assim facilitar sua exploração.
por conta de uma divisão temporária criada no início da república entre o norte, monarquista e o sul, republicano, que acabou por dividir definitivamente o território.
a partir de um projeto emancipacionista do norte do Mato Grosso que buscava se conectar aos países Sul-Americanos e se separar do Brasil, mas, que acabou dividindo seu território.
devido à historicidade da região e às suas especificidades naturais e logísticas que afetaram a integração regional.