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“Da centralização excessiva de Pedro I, passou-se à descentralização/centralização do período regencial, que não conduzia de modo equilibrado a política no Brasil, além de ter enfrentado revoltas em muitas partes do país, cujos participantes tinham demandas que queriam em pauta para que o heterogêneo território tivesse o pleno reconhecimento de seus súditos/cidadãos, muitos dos quais [...] não participavam ativamente das decisões políticas provinciais e nacionais. A antecipação da coroação do imperador D. Pedro II pareceu uma tentativa extrema de ordenar a monarquia constitucional em meio à efervescência de projetos e demandas não atendidos em razão da ausência de um consenso.”
A partir do texto, pode-se afirmar que a coroação de Dom Pedro II como imperador do Brasil foi antecipada com o intuito de
Impedir que Dom Pedro I reassumisse o cargo de imperador brasileiro.
Garantir a implementação de um governo de orientação socialista no Brasil.
Fazer com que o Brasil voltasse à condição de colônia de Portugal.
Estimular a eclosão de revoltas e movimentos populares no país.
Resolver a instabilidade política instaurada no Período Regencial.