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O movimento modernista brasileiro, que teve como marco a Semana de Arte Moderna realizada em fevereiro de 1922 no Teatro Municipal de São Paulo, representou uma ruptura com os padrões estéticos acadêmicos dominantes e propôs novos caminhos para a arte nacional. Em relação à Semana de Arte Moderna de 1922 e seus desdobramentos nas décadas seguintes, assinalar a alternativa CORRETA.
A Semana de Arte Moderna recebeu apoio significativo da crítica paulistana tradicional, que reconheceu nas propostas modernistas um caminho promissor para a renovação cultural brasileira alinhada aos movimentos europeus.
Os participantes da Semana de 1922 mantiveram coesão ideológica nas décadas seguintes, consolidando um programa estético comum que orientou a produção artística brasileira até meados do século XX.
O movimento modernista iniciado em 1922 concentrou suas inovações nas artes plásticas e na música, enquanto a literatura brasileira permaneceu vinculada aos padrões parnasianos e simbolistas predominantes.
A Semana de Arte Moderna foi organizada no Teatro Municipal do Rio de Janeiro como parte das comemorações oficiais do centenário da Independência, contando com patrocínio do governo federal.
A Semana de Arte Moderna de 1922 provocou reações controversas, incluindo críticas negativas e manifestações de desaprovação, e posteriormente seus participantes dividiram-se em correntes distintas, como o Pau-Brasil e a Antropofagia.