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Embora a periodização histórica tradicional da História do Brasil, que divide o processo em Colônia, Império e República, seja amplamente aceita, sua crítica reside principalmente na sua essência eurocêntrica e na desconsideração de ritmos históricos e perspectivas de grupos sociais não hegemônicos, tornando-se, para a historiografia contemporânea, uma ferramenta obsoleta e sem valor analítico para a compreensão da complexidade da formação nacional.
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