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Estudos historiográficos recentes têm revisitado a narrativa da colonização do Vale do Itajaí, problematizando a invisibilização de populações que ocupavam o território antes da chegada dos imigrantes europeus. No caso de Rodeio, registros indicam a presença de grupos estabelecidos nas margens do Rio Itajaí-Açu em período anterior à colonização oficial. Considerando esse contexto, é correto afirmar que:
Os habitantes pré-imigratórios abandonaram a região com a chegada dos colonizadores oficiais, transferindo-se para áreas urbanas de Blumenau em busca de oportunidades comerciais.
Luso-brasileiros, frequentemente miscigenados e denominados pejorativamente de caboclos, instalaram-se na região a partir de 1866, dedicando-se à pesca e evadindo o alistamento militar durante a Guerra do Paraguai.
Comunidades indígenas Xokleng ocupavam as margens do Rio Itajaí-Açu e estabeleceram relações comerciais com os primeiros colonizadores tiroleses, facilitando a ocupação do território.
A presença de populações miscigenadas na região decorria de políticas imperiais de ocupação territorial, que incentivavam o deslocamento de libertos para áreas de fronteira agrícola.
A ocupação luso-brasileira anterior à imigração europeia concentrava-se em atividades extrativistas voltadas à exportação, integrando a região aos circuitos econômicos do Império.