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Segundo os censos populacionais de 1920 e 1940, a Acre teve perda de população com significativo retorno de nordestinos para os estados de origem. Esse fato ocorreu, principalmente, devido aa seguinte motivo:
O governo federal criou uma série de unidades de conservação da natureza.
Houve fortes conflitos pela terra, principalmente pelos chamados paulistas.
Ocorreu o declínio da atividade extrativista do látex devido à concorrência asiática.
Foi disseminada a febre amarela em toda a Amazônia Ocidental.
Implementação do programa denominado de Calha Norte nas fronteiras brasileiras.
A ocupação da região acriano por brasileiros, ao longo do segundo meado do século XIX, ocorreu sem maiores conturbações, mantendo-se sob a administração do Estado do Amazonas durante esse período. Todavia, a questão de limites não resolvida com a Bolívia foi responsável por convulsões sociais na região.
No final do século XIX o litígio chegou a tal ponto que ocorreu o seguinte fato:
Proclamação do Estado Independente do Acre por Luiz Galvez.
Assinatura do Tratado do Rio Branco concedendo o Acre ao Peru e Bolívia.
Implementação de diversos batalhões militares brasileiros entre o Acre e a Bolívia.
Determinação que toda Amazônia Ocidental fosse área internacional.
Proibição de qualquer atividade econômica na região do Acre.
A construção da estrada de ferro Madeira-Mamoré é um interessante capítulo na história da ocupação da região amazônica. Envolta em discussões, as tentativas de construção da estrada de ferro foram iniciadas ainda no século XIX. Todavia, ocorreu uma série de problemas que resultaram em uma épica batalha da engenharia. Entre as alternativas a seguir, assinale a que indica um dos principais problemas para a efetiva construção da referida estrada de ferro ainda no século XIX.
Doenças tropicais que assolavam os trabalhadores.
Nenhuma empresa se propôs construir a ferrovia.
Legislação ambiental extremamente rígida para a época.
Proibição do governo boliviano para instalação dos trilhos.
Relevo com variação de altitudes superior a 1.000 metros.
A partir da década de 1970, foram constantes os conflitos pela posse da terra no Acre. Foram diversos os motivos para os conflitos, principalmente entre diferentes setores econômicos. Uma política do Governo Federal que serviu de importante fator na indução dos conflitos foi:
abertura econômica com atração de indústrias multinacionais para a produção de software.
oferecimento de recompensas para destruição das plantações de café e de cana-de-açúcar.
implementação de bases militares para fiscalização das fronteiras com a Bolívia e com o Paraguai.
diminuição dos subsídios à produção de borracha e incentivos fiscais ao setor agropecuário.
produção de soja transgênica em larga escala para abastecer o mercado sul-americano.
Em 1909, foi concretizada a Assinatura do Tratado de Limites e Navegação bilateral, pelo qual é negociado o restante da fronteira com o Peru, correspondente ao território do Acre. Esse ato recebeu a denominação de:
Acordo de Petrópolis.
Tratado Peruano.
Tratado de Tordesilhas.
Acordo do Amazonas.
Tratado do Rio de Janeiro.
A cerimônia de assinatura da lei que elevou o Acre da condição de Território Federal para Estado foi realizada durante o governo do presidente:
Getúlio Vargas.
João Goulart.
Fernando Collor.
Tancredo Neves.
Ernesto Geisel.
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando aspectos significativos da Revolução Acreana e da história mundial no período, assinale a opção incorreta.
A luta pela incorporação do Acre ao Brasil ocorreu no contexto mundial de acirrada disputa por áreas de exploração econômica, aspecto inerente à corrida imperialista.
Além de promover a incorporação do Acre ao Brasil, o movimento liderado por Plácido de Castro também atingia os interesses neocolonialistas na região amazônica.
Do princípio ao fim, foi patente a omissão do governo federal brasileiro na questão acreana, até mesmo recusando-se a assumir gestões diplomáticas para solucioná-la.
A disputa por áreas fornecedoras de matéria-prima industrial, revigorada a partir do final do século XIX, transformou-se em fator decisivo para a Primeira Guerra Mundial.