Questões de Concurso de Divisão Silábica - Língua Portuguesa

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Questão 1048110

Polícia Civil do Espírito Santo - ES (PC/ES/ES) 2019

Cargo: Perito Oficial Criminal - Área 2 / Questão 4

Banca: Instituto AOCP (AOCP)

Nível: Superior

Quando se redige um texto manuscrito, é necessário conhecer as regras de separação silábica. Considerando essa afirmação, assinale a alternativa em que os vocábulos apresentam separação silábica correta.
  • A. Pri-me-i-ro / a-pro-xi-ma-çã-o.
  • B. E-qui-pe / me-i-o.
  • C. Intr-oduz / rea-gi-ram.
  • D. I-ni-ci-a / a-ca-de-mi-a.
  • E. Pro-ce-sso / in-sti-tu-i-ção.

Questão 1137372

Prefeitura Municipal de São Luís de Montes Belos - GO 2019

Cargo: Agente de Serviços e Obras Públicas / Questão 6

Banca: Instituto de Consultoria e Concursos (ITAME)

Nível: Fundamental

Marque a alternativa em que a divisão silábica das palavras universidade e perseguição está correta.

  • A.

    uni-ver-si-da-de / pe-r-se-gui-çã-o.

  • B.

    u-ni-ve-r-si-da-de / per-se-gu-i-ção.

  • C.

    u-ni-ver-si-da-de / per-se-gui-ção.

  • D.

    uni-ver-si-dade / per-seg-ui-ção.

Questão 1113129

Prefeitura de Resende - RJ 2019

Cargo: Lavador de Veículos / Questão 4

Banca: (CONSULPAM)

Nível: Fundamental

Marque abaixo o item onde todas as palavras estão silabicamente separadas de forma CORRETA:

  • A. A-ca-de-mi-a, re-fei-tó-rios, u-ti-li-tá-ri-o.
  • B. Re-fe-i-tó-ri-os, a-po-i-o, ex-ce-lên-ci-a.
  • C. ba-ir-ros, es-tá-di-os, ter-i-na-men-to.
  • D. Man-ti-que-i-ra, mu-se-u, ma-io-res.

Questão 1151047

Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares - EBSERH (EBSERH) 2017 (4ª edição)

Cargo: Enfermeiro / Questão 4

Banca: Instituto AOCP (AOCP)

Nível: Superior

                                                                            SOMOS OS MAIORES INIMIGOS DE NOSSA POSSIBILIDADE DE PENSAR 


                                                                                                                                                                                                                                          Contardo Calligaris



Um ano atrás, decidi seguir os conselhos de meu filho e abri uma conta no Facebook. A conta é no nome da cachorra pointer que foi minha grande companheira nos anos 1970 e funciona assim: ninguém sabe que é minha conta, não tenho amigos, não posto nada e não converso com ninguém. Uso o Face apenas para selecionar um “feed” de notícias, que são minha primeira leitura rápida de cada dia.

Meu plano era acordar e verificar imediatamente os editoriais e as chamadas dos jornais, sites, blogs que escolhi e, claro, percorrer a opinião de meus colunistas preferidos, nos EUA e na Europa. Alguns links eu abriria, mas sem usurpar excessivamente o tempo dedicado à leitura do jornal, que acontece depois, enquanto tomo meu café.

Tudo ótimo, no melhor dos mundos. Até o dia em que me dei conta do seguinte: sem que esta fosse minha intenção, eu tinha selecionado só a mídia que pensa como eu – ou quase. Meu dia começava excessivamente feliz, com a sensação de que eu vivia (até que enfim) na paz de um consenso universal.

 Mesmo na minha juventude, eu nunca tinha conhecido um tamanho sentimento de unanimidade. Naquela época, eu lia “L’Unità” e, a cada dia, identificava-me com o editorial. Não havia propriamente colunistas: a linguagem usada no jornal inteiro já continha e propunha uma visão do mundo. Ora, junto com “L’Unità” eu sempre lia mais um jornal – o “Corriere della Sera”, se eu estivesse em Milão, o “Journal de Genève”, em Genebra, e o “Le Monde”, em Paris. Nesses segundos jornais, eu verificava os fatos (não dava para acreditar nem mesmo no lado da gente) e assim esbarrava nos colunistas – em geral laicos e independentes, sem posições partidárias ou religiosas definidas.

Em sua grande maioria, eles não escreviam para convencer o leitor: preferiam levantar dúvidas, inclusive neles mesmos. E era isso que eu apreciava.

Hoje, os colunistas desse tipo ainda existem, embora sejam poucos. Eles estão mais na imprensa tradicional; na internet, duvidar não é uma boa ideia, porque é preciso criar e alimentar  os consensos do “feed” do Face.

O “feed” do Face, elogiado por muitos por ser uma espécie de jornal sob medida, transformase, para cada um, numa voz única, um jornal que apresenta apenas uma visão, piorado por uma falsa sensação de pluralidade (produzida pelo número de links).

A gente se queixa que a mídia estaria difundindo uma versão única e parcial de fatos e ideias, mas a realidade é pior: não são os conglomerados, somos nós que, ao confeccionar um jornal de nossas notícias preferidas, criamos nosso próprio isolamento e vivemos nele. Como sempre acontece, somos nossos piores censores, os maiores inimigos de nossa possibilidade de pensar.

De um lado, o leitor do “feed” não se informa para saber o que aconteceu e decidir o que pensar, ele se informa para fazer grupo, para fazer parte de um consenso. Do outro, o comentarista escreve, sobretudo para ser integrado nesses consensos e para se tornar seu porta-voz. O resultado é uma escrita extrema, em que os escritores competem por leitores tanto mais polarizados que eles conseguiram excluir de seu “jornal” as notícias e as ideias com as quais eles poderiam não concordar: leitores à procura de quem pensa como eles.

Claro, que não é um caso de ignorância completa, mas a internet potencializa a vontade de se perder na opinião do grupo e de não pensar por conta própria. Essa vontade é a mesma que tínhamos no meu tempo de juventude – se não cresceu. O que temos, na verdade, é uma paixão pelo consenso.

Entre consensos opostos, obviamente, não há diálogo nem argumentos, só ódio.

Em suma, provavelmente, o resultado último da informação à la carte (que a internet e o “feed” facilitam) será a polarização e o tribalismo.

Eu mesmo me surpreendo: em geral, acho chatérrimos os profetas do apocalipse, que estão com medo de que o mundo se torne líquido ou coisa que valha. Mas, por uma vez, a contemporaneidade me deixa, digamos, pensativo.



Texto adaptado de: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/conta rdocalligaris/2016/09/1817706-somos-os- maiores-inimigos-de-nossa-possibilidade- de-pensar.shtml

Em relação às palavras “cachorra”, “companheira”, “excessivamente” e “apocalipse”, retiradas do texto, assinale a alternativa que apresenta a correta divisão silábica de todas elas.

  • A.

    ca.chor.ra; com.pa.nhei.ra; ex.ces.si.va.men.te e a.po.ca.lip.se.

  • B.

    ca.cho.rra; com.pa.nhei.ra; ex.ces.si.va.men.te e a.po.ca.li.pse.

  • C.

    ca.chor.ra; com.pan.hei.ra; e.xce.ssi.va.men.te e a.po.ca.lip.se.

  • D.

    ca.chor.ra; com.pa.nhei.ra; ex.ce.ssi.va.men.te e a.po.ca.li.pse.

  • E.

    ca.cho.rra; com.pa.nhei.ra; ex.ce.ssi.va.men.te e a.po.ca.li.pse.

Questão 1114802

Ministério da Defesa - Comando da Aeronáutica 2019

Cargo: Oficial de Apoio – Administração / Questão 23

Banca: Centro de Instrução e Adaptação (CIAAR)

Nível: Superior

  • A. secci-o-na-das / ma-is / obti-das / in-for-ma-çõ-es.
  • B. sec-ci-o-na-das / mais / ob-ti-das / in-for-ma-ções.
  • C. sec-cio-na-das / ma-is / ob-ti-das / in-for-ma-ções.
  • D. sec-ci-o-na-das / mais / ob-ti-das / in-for-ma-çõ-es.

Questão 1050643

Polícia Civil do Espírito Santo - ES (PC/ES/ES) 2019

Cargo: Escrivão de Polícia / Questão 4

Banca: Instituto AOCP (AOCP)

Nível: Superior

Quando se redige um texto manuscrito, é necessário conhecer as regras de separação silábica. Considerando essa afirmação, assinale a alternativa em que os vocábulos apresentam separação silábica correta.
  • A. Pri-me-i-ro / a-pro-xi-ma-çã-o.
  • B. E-qui-pe / me-i-o.
  • C. Intr-oduz / rea-gi-ram.
  • D. I-ni-ci-a / a-ca-de-mi-a.
  • E. Pro-ce-sso / in-sti-tu-i-ção.

Questão 1113685

Instituto Técnico - Científico de Perícia - RN (ITEP/RN) 2018

Cargo: Perito Criminal - Área Ciências Contábeis e Ciências Econômicas / Questão 9

Banca: Instituto AOCP (AOCP)

Nível: Superior

Insulto, logo existo

Leandro Karnal

No momento em que eu apenas uso o rótulo, perco a chance de ver engenho e arte

A crítica e o contraditório são fundamentais. Grande parte do avanço em liberdades individuais e nas ciências nasceu do questionamento de paradigmas. Sociedades abertas crescem mais do que sociedades fechadas. A base da democracia é a liberdade de expressão. Sem oposição, não existe liberdade.

Uma crítica bem fundamentada destaca dados que um autor não percebeu. Um juízo ponderado é excelente. Mais de uma vez percebi que um olhar externo via melhor do que eu. Inexiste ser humano que não possa ser alvo de questionamento. Horácio garantia, com certa indignação, que até o hábil Homero poderia cochilar (QuandoquebonusdormitatHomerus - ArsPoetica, 359). A crítica pode nos despertar.

Como saber se a avaliação é boa? Primeiro: ela mira no aperfeiçoamento do conhecimento e não em um ataque pessoal. A boa crítica indica aperfeiçoamento. Notamos, no arguidor sincero, uma diminuição da passionalidade. Refulgem argumentos e dados. Mínguam questões subjetivas. Há mais substantivos e menos adjetivos. Não digo o que eu faria ou o que eu sou. Indico apenas como algo pode ser melhor e a partir de quais critérios. Que argumentos estão bem fundamentados e quais poderiam ser revistos. Objetividade é um campo complexo em filosofia, mas, certamente, alguém babando e adjetivando foge um pouco do perfil objetivo.

Duas coisas ajudam na empreitada. A primeira é conhecimento. Há um mínimo de formação. Não me refiro a títulos, mas à energia despendida em absorver conceitos. Nada posso dizer sobre aquilo do qual nada sei. Pouco posso dizer sobre o que escassamente domino. A segunda é a buscada impessoalidade. Critico não por causa da minha dor, da minha inveja, do meu espelho. Examino a obra em si, não a obra que eu gostaria de ter feito ou a que me incomoda pelo simples sucesso da sua existência. Critico o defeito e não a luz. [...]

Disponível em: https://jornalggn.com.br/noticia/insulto-logo-existo-por -leandro-karnal. Acesso em: 11 dez. 2017.

Assinale a alternativa em que a divisão silábica de todas as palavras está correta.

  • A.

    In-sul-to; ex-pre-ssão; ques-ti-o-na-men-to.

  • B.

    So-cie-da-des; exa-mi-no; o-bra.

  • C.

    A-per-fe-i-ço-a-men-to; ques-tõ-es; con-tradi- tó-rio.

  • D.

    A-va-li-a-ção; li-ber-da-de; ad-je-ti-van-do.

  • E.

    Ar-gui-dor; su-bs-tan-ti-vos; cer-ta-men-te.

Questão 1085113

Prefeitura Municipal de Jarinu - SP 2018

Cargo: Auxiliar de Serviços Gerais / Questão 4

Banca: RBO Assessoria Pública e Projetos Municipais

Nível: Fundamental

Sobre a divisão silábica, assinale a alternativa correta.

  • A.

    a - go - nia.

  • B.

    li - mã - o.

  • C.

    pa - lha - ço.

  • D.

    nin - ha - da.

Questão 1169415

Tribunal de Justiça Militar de Minas Gerais - MG (TJM/MG/MG) 2013

Cargo: Técnico Judiciário - Área Revisor / Questão 1

Banca: Fundação Mariana Resende Costa (FUMARC)

Nível: Superior

A divisão silábica (indicada por pontos) e a grafia de todas as palavras estão CORRETAS em

  • A.

    psi.co.lo.gia – bi.ó.psi.a – e.clip.se – pneu.mo.nia

  • B.

    su.pe.ra.que.cer – pôr (verbo) – su.bi.tens – cãi.bras

  • C.

    con.tra-che.que – hi.fens – co-au.to.ri.a – in.ter-re.gio.nais

  • D.

    ex.tra-ter.res.tre – in.ter.se.ção – gra.tu.i.to – só.cio-lin.guis-tas

Questão 1141444

Prefeitura de Sertãozinho - SP 2015

Cargo: Enfermeiro ESF / Questão 10

Banca: ADVISE

Nível: Superior

Marque a alternativa abaixo em que todas as palavras estão separadas silabicamente CORRETAS.

  • A.

    An-tis-sep-si-a, ca-a-tin-ga, in-ters-tí-ci-o.

  • B.

    Psi-co-lo-gia, car-ros-sel, bri-ga-da.

  • C.

    Pia-ta-for-ma, de-scen-dên-ci-a, á-gui-a.

  • D.

    Bi-o-psi-a, e-rup-ti-vo, ci-clis-ta.

  • E.

    Char-re-te, feld-spa-to, pró-cli-se.