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O sinal indicativo da ocorrência de crase foi CORRETAMENTE empregado somente no item:
(Disponível em: <https://portalresiduossolidos.com/padroes-sustentaveis-de-producao-e-consumo/>. Acessado em 22 de fev. de 2019 - com adaptações).
A questão da produção “suja” ou poluidora vem sendo tratada em políticas públicas desde os anos 60 e, a Conferência de Estocolmo, em 1972, realizou um admirável feito ao alertar às nações sobre os efeitos nefastos da crescente poluição industrial e urbana.
A questão do consumo, contudo, ficou negligenciada e só começou a ser tratada quando à literatura sociológica – que enfoca os diversos estilos de vida – mostrou uma tendência cultural que rapidamente se tornou global: o consumismo.
Enquanto o consumo é definido como a satisfação das necessidades básicas (comer, vestir, morar, ter acesso à saúde, ao lazer e à educação), o consumismo é uma distorção desse padrão.
O primeiro grande alerta sobre a necessidade de se pensar o consumo em bases sustentáveis está expresso no documento da Agenda 21 Global – espécie de roteiro para se alcançar à sustentabilidade – debatido e divulgado durante e após a Rio-92.
"Nos dois últimos séculos [XIX e XX], no tocante a discursos apologéticos sobre a democracia, jamais esteve ausente o argumento segundo o qual o único modo de fazer com que um súdito transforme-se em cidadão é que a educação para a democracia surgiria no próprio exercício da prática democrática. Concomitantemente, não antes.
Um dos trechos mais exemplares a esse respeito é o que se encontra no capítulo sobre a melhor forma de governo da Considerações sobre o Governo Representativo de John Stuart Mill, na passagem em que ele divide os cidadãos em ativos e passivos: em geral, os governantes preferem os segundos (pois é mais fácil dominar súditos dóceis ou indiferentes), mas a democracia necessita dos primeiros. Se devessem prevalecer os cidadãos passivos, ele conclui, os governantes acabariam prazerosamente por transformar seus súditos num bando de ovelhas dedicadas tão somente pastando o capim, lado a lado (e a não reclamar, acrescento eu, nem mesmo quando o capim é escasso). Isso o levava a propor a extensão do sufrágio às classes populares, com base no argumento de que um dos remédios contra a tirania das maiorias encontra-se exatamente na promoção da participação eleitoral não só das classes acomodadas (que constituem sempre uma minoria e tendem a assegurar os próprios interesses), mas também das classes populares. Stuart Mill dizia: a participação eleitoral tem um grande valor educativo.
(BOBBIO, Norberto. O futuro da democracia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986. p. 31-32.)
Assinale a alternativa correta sobre a ausência de crase nos trechos:
no tocante a discursos apologéticos sobre a democracia – não há crase após verbos seguidos de palavras masculinas.
Um dos trechos mais exemplares a esse respeito – não há crase na próclise.
bando de ovelhas dedicadas tão somente pastando o capim, lado a lado - não há crase diante de palavras repetidas.
Isso o levava a propor a extensão do sufrágio – não há crase diante de palavras femininas.
e tendem a assegurar os próprios interesses – não há crase entre verbos se o segundo está no infinitivo.
Julgue cada uma das manchetes de reportagens abaixo e, em seguida, responda o que se pede.
Analisando as sentenças:
I- Israel bombardeia Gaza em resposta a foguete palestino. (http://revistaepoca.globo.com)
II- Aviões comerciais não tripulados podem ser resposta britânica a concorrência. (www.noticiasdeportugal.net)
III- Após entrada da Palestina, Israel suspende contribuição a UNESCO. (www1.folha.uol.com.br/mundo)
IV- Facebook começa a avisar brasileiros que tiveram dados comprometidos. (www.paraibaonline.com.br)
Acerca do uso do acento marcador de crase assinale a alternativa CORRETA
Nas sentenças III e IV não se deve usar o acento marcador de crase.
Apenas nas sentenças I e IV não se deve ser usado o acento marcador de crase.
Em todas as sentenças deve-se usar acento marcador de crase.
Em nenhuma das sentenças deve-se usar acento marcador de crase.
Apenas nas sentenças II, III e IV não se deve usar acento marcador de crase.
Assinale, abaixo, a alternativa em que o uso da crase está incorreto.
Depois de tudo o que aconteceu, assistir àquilo foi a gota d’água.
Todas as professoras de Língua Portuguesa às quais me dirigi eram capazes.
À medida que estudo, fico mais seguro para realizar a prova.
A pizza era preparada à moda da casa imperial.
Depois do acidente, nunca mais foi à festas.
Qual das regras sobre o uso da crase explica corretamente a construção ‘é impossível juntar todos à mesa’ na fala do primeiro quadrinho da tirinha acima?
A crase aparece em expressões adverbiais femininas que admitem o artigo a.
Usa-se crase antes de alguns pronomes relativos específicos.
Emprega-se crase quando há a incidência de verbos transitivos indiretos que regem a preposição a seus respectivos objetivos indiretos possuem núcleo feminino antecedido de artigo de igual gênero.
Nenhuma das alternativas.