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Mulher, 76 anos, foi atropelada por moto ao atravessar a rua. Atendida pelo RESGATE, colocado colar cervical, tamponamento das lesões sangrantes das pernas e colocada em prancha rígida. Chega ao Pronto-Socorro inconsciente, em choque hipovolêmico e com ausência de pulsos distais em MID (foto abaixo). Foi intubada e iniciou-se reposição volêmica inicialmente com Ringer lactato aquecido e posteriormente com sangue. Realizada tomografia de corpo inteiro que não mostrou lesões cirúrgicas cerebrais, torácicas ou abdominais. Pelve estável e sem fraturas. Fratura de tíbia D. Após a reposição volêmica adequada, não houve melhora da perfusão distal do MID e foi calculado o MESS (Mangled Extremity Severity Score – Escore de gravidade do membro gravemente lesado) cujo resultado foi de 8.
Qual é a mais indicada conduta baseada nessa escala de gravidade de membros?
Limpeza local com clorexedine, hemostasia local, fixador externo da fratura de tíbia D, curativo com algodão ortopédico e faixa.
Arteriografia por punção da artéria femoral D e shunt arterial poplítea-tibial posterior D e curativo à vácuo em MID.
Limpeza local com soro fisiológico aquecido, debridamento de tecidos desvitalizados e curativo à vácuo contínuo.