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Paciente masculino, 17 anos, foi submetido à herniorrafia inguinal direita pela técnica de Bassini. No 8º dia de pós-operatório retorna ao ambulatório com queixa de dor e inchaço no local da cirurgia. Relata também alguns arrepios de frio e mal-estar.
Ao exame observamos que a ferida operatória se encontra edemaciada, hiperemiada, com aspecto de “casca de laranja”, aumento da temperatura local e dor à palpação, sem áreas de flutuação. Está se alimentando e com hábitos fisiológicos preservados.
Diante desses achados, a melhor conduta é
drenagem, cuidados locais e anti-inflamatório não hormonal.
calor local associado à antibioticoterapia tópica e observação.
cobertura imediata de antibióticos, calor local e anti-inflamatório não hormonal.
abertura parcial da incisão, colheita de material para cultura e antibioticoterapia de largo espectro.
reoperação para desbridamento profundo, antibioticoterapia e cicatrização por segunda intenção associada a cuidados locais.